
(They Will Beat the Memory Out of UsForcing Nonviolence on Forgetful Movements)
Como podemos resistir à opressão diante da crise ecológica, da violência policial e do supremacismo branco? Peter Gelderloos apresenta uma crítica radical aos movimentos não-violentos neste relato provocador. Entrelaçando história, vinhetas, entrevistas e reflexões pessoais, ele mostra como sofremos de uma incapacidade de transmitir lições de uma geração para a próxima e explora os motivos para isso.
Aprendendo com o fracasso das rebeliões antirracistas desencadeadas pelos assassinatos policiais, de Minneapolis a Bristol, e das campanhas climáticas que esquecem suas histórias coloniais, Gelderloos demonstra como o protesto não-violento é um sintoma de uma amnésia social, uma incapacidade de lembrar o que aprendemos com o nosso passado. Advertindo contra futuras ondas de pacificação e esquecimento, ele nos incentiva a coletivizar a memória e desenvolver os métodos necessários para lutar pela sobrevivência.
Peter Gelderloos é escritor e participante de movimentos sociais. É autor de The Solutions are Already Here, How Nonviolence Protects the State, Anarchy Works, The Failure of Nonviolence e Worshiping Power.
They Will Beat the Memory Out of UsForcing Nonviolence on Forgetful Movements
(Eles vão apagar nossa memória na porrada: Impondo a não-violência em movimentos esquecidiços)
Peter Gelderloos (Autor)
Editora: Pluto Press
Páginas: 176
ISBN-13: 9780745349770
Preço: $14,96
plutobooks.com
Tradução > Alma
agência de notícias anarquistas-ana
Nesta noite escura,
nenhum caminho aparece.
Brilha o vaga-lume.
Dôshin Esteves
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!