
.
Nos becos, ecoa o grito de liberdade,
A Comuna floresceu na cidade ardente,
Por dias, a esperança dançou na eternidade,
Antes de ser silenciada pela mão do potente.
.
Entre as barricadas, corações pulsavam,
Solidários, lutavam por um mundo novo,
Mas as balas caíram, os sonhos se quebraram,
E Paris chorou, mas não se esqueceu do povo.
.
Seus nomes, sua luta, jamais serão apagados,
Na memória do povo, sempre renascem,
A Comuna de Paris, em corações gravados,
É chama viva, que a história não desfaz.
.
Liberto Herrera
Conteúdo relacionado:
agência de notícias anarquistas-ana
ribeira seca
nem um sopro
as cigarras crepitam
Rogério Martins
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!