
Já se passaram dois anos desde a colisão de trens em Tempe, que matou pelo menos 57 pessoas e feriu muitas outras. Desde o primeiro momento, o aparato estatal e as instituições tentaram encobrir o que está se tornando cada vez mais claro a cada dia. Não foi um acidente, mas foi um assassinato capitalista de Estado!
Por mais que tentem suprimir as vozes da raiva e do protesto para que o capital possa fazer seus negócios em paz, é ainda mais necessário resistir às políticas estatais que levam a mortes nas fronteiras, nos trilhos e no mar.
A raiva não pode ser escondida, nem pode esperar que a justiça burguesa apresente suas conclusões. A rua é a única arma que temos em nossas mãos.
Todos nós nas ruas, todos nós em greve na quarta-feira, 9 de abril.
athens.indymedia.org
agência de notícias anarquistas-ana
na barra sul do horizonte
estacionavam cúmulus
esfiapando sorvete de coco
Guimarães Rosa
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…