
Editores: Kamau Franklin, Micah Herskind, Mariah Parker
O movimento Stop Cop City é um esforço descentralizado para impedir a construção de um centro de treinamento policial de 120 milhões de dólares e a destruição de 170 acres da Floresta Weelaunee, nos arredores de Atlanta, Geórgia. Esta é a primeira coletânea de ensaios que reúne organizadores e ativistas envolvidos na luta de anos para parar o projeto Cop City.
Conectando movimentos por justiça ambiental, abolição da polícia e soberania indígena, esta coletânea abrangente destaca as estratégias, táticas e ideologias que transformaram uma ação coletiva local em um poderoso movimento internacional.
Apresentando as vozes de defensores da floresta, ativistas de justiça ambiental, prisioneiros políticos, ativistas indígenas, abolicionistas, educadores, acadêmicos e especialistas jurídicos, os ensaios exploram a história desse movimento interseccional, as diversas táticas adotadas pelos ativistas, homenagens a Tortuguita, defensora indígena queer da floresta, de 26 anos, assassinade por soldados da Patrulha Estadual da Geórgia, e a intensa repressão policial e legal enfrentada pelos organizadores.
Estabelecendo conexões críticas entre opressão e resistência, tanto local quanto globalmente, o movimento Stop Cop City se expandiu para uma luta contra um Mundo da Polícia.
Editora: Haymarket
Formato: Livro
Encadernação: Brochura (pb)
Páginas: 320
Lançamento: 20 de maio de 2025
ISBN-13: 9798888903742
Preço: $24,95
haymarketbooks.org
Tradução > Contrafatual
agência de notícias anarquistas-ana
minhas mãos te olham
estranha fotografia
onde meus olhos te tocam
Lisa Carducci
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!