
Larry Gambone (Autor); Josh Wapp (Iustrador)
Que época foi essa! As décadas entre o início dos anos 1960 e 1980. Direitos civis, agitação trabalhista em massa, greves gerais, a Guerra do Vietnã e sua oposição, emancipação feminina, ambientalismo, LSD e anarquismo. Todas as forças reprimidas pela conformidade e repressão dos anos 1950 explodiram em cena. A juventude radical, primeiro como beatniks, depois hippies, freaks e yippies, desafiou a autoridade de todas as formas. O mais influente de tudo foi a música. Do folk ao folk rock, blues rock, psicodélico, heavy metal e glam rock gender bending[1]. Quando o impulso dos anos 60 pareceu esfriar em meados dos anos 70, a ala mais jovem da geração Baby Boomer emergiu no movimento punk rock. Tudo isso era o mundo de Mary.
Elogios
“Não é apenas mais uma história rebelde confessional do tipo ‘viva rápido, morra jovem’… Mary! é um comovente e sensível lamento sobre o amor e a perda nas margens contraculturais do deserto urbano… um relato em primeira mão, contado e ilustrado de forma envolvente, sobre o envolvimento emocional nas redes subterrâneas do desejo, da libertação, da raiva, do desespero e da autodestruição!”
~ Ron Sakolsky, autor de Dreams of Anarchy and the Anarchy of Dreams, Surrealist Subversions e Gone to Croatan
“Mary!, de Larry Gambone, é uma ode anarquista divertida, mas terna, ao amor, à amizade e à intimidade. Direto do coração. É também um fragmento divertido e informativo da contracultura e da política da costa oeste dos anos 1960 a 1980, apresentado com humor e perspicácia por um carismático membro do movimento anarquista e autor prolífico. Parabéns ao artista gráfico Josh Wapp por sua envolvente adaptação em quadrinhos desta história comovente e poderosa.
~ Norman Nawrocki, autor de Montreal Red Squared
“Mais uma vez, Larry Gambone lança sua luz brilhante e perspicaz sobre as grandes subculturas de meados do século XX. Para cada espírito livre renomado como Allen Ginsberg ou Joe Strummer, o underground atraiu inúmeros refugiados anônimos em busca de proteção contra traumas. Agora, graças a Gambone, conhecemos um desses nomes: Mary! A autobiografia gráfica de Larry Gambone conta a história de Mary Gambone com a escrita, a arte e o amor deslumbrantes que ela merece.
~ David Spaner, autor de Keefer Street e Solidarity
Publisher: Charles H. Kerr
Editora: Charles H. Kerr
Formato: Livro, Panfleto
Encadernação: pam
Páginas: 32
Lançamento: 15 de julho de 2025
ISBN-13: 9780882860473
US$ 8,00
charleshkerr.com
[1]N.T.: “gender bending” tem a ver com transgressões de gênero na cena musical.
Tradução > transanark/acervo trans-anarquista
agência de notícias anarquistas-ana
os fantasmas de cogumelos
viraram tinta:
pés nus no frio
Rod Willmot
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!