
O anarquismo espanhol contado por um dos melhores especialistas, um panorama crítico dos sucessos e fracassos.
Nos tempos antigos, as pessoas subiram aos céus da Espanha com a força de resistir ao fascismo enquanto lançavam as bases de um mundo sem dominação ou exploração. A memória dessa revolução espanhola de 1936, bela como a radiante irracionalidade libertária que a carregou, ressurgiu após a morte de Franco em 1975. Então, durante a década de 1980, ficou atolado nas areias do esquecimento numa Espanha onde a “transição democrática” para o mercado foi baseada em um acordo entre “direita” e “esquerda” na pressa de enterrar o velho projeto de emancipação social e humana do qual o movimento operário espanhol, sob influência anarcossindicalista, havia sido o arquiteto inegável.
Folies d’Espagne enfoca as sombras e luzes da atividade anarquista durante a Guerra Civil e apresenta uma visão crítica dos sucessos e fracassos dessa revolução na qual, pela única vez na história, pelo menos em escala tão grande, um povo armado resistiu ao fascismo enquanto aspirava ao comunismo libertário. Composta a partir de resenhas de obras publicadas na maioria das vezes em espanhol e inéditas em francês, esta coleção se baseia em um acompanhamento metódico e, por vezes, polêmico dos debates historiográficos que agitaram o pós-franquismo.
Folies d’Espagne
Ombres et lumières d’un anarchisme de guerre
Freddy Gomez
13 x 20 cm | 384 p. | 22 euros
Isbn 9782373091748
lechappee.org
Tradução > CF Puig
agência de notícias anarquistas-ana
Alameda amarela
de tapete macio,
de flores do ipê.
Kazue Yamada
Que a terra lhe seja leve, compa!
Vida longa à uaf! Vida longa ao anarquismo!
Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!