
O Grupo Anarquista “Mikhail Bakunin” – FAI Roma & Lazio adere e participa das iniciativas de 29 e 30 de novembro de 2025, respectivamente ao cortejo antimilitarista de Turim e ao dia “Montanha Libertária” em Colloro (Premosello Chiovenda, VB).
Dois encontros diferentes, uma única perspectiva: resistir ao domínio e construir liberdade.
Em Turim, contra a guerra e quem a arma; em Colloro, por uma vida autogestionada, solidária e livre das lógicas do lucro.
O sistema que devasta povos e territórios é o mesmo que arma os exércitos e empurra para a obediência.
As fábricas de armas, os governos, as fronteiras e os mercados são engrenagens da mesma máquina de morte e exploração.
Ser antimilitarista significa sabotar essa máquina, rejeitar todo alistamento, todo patriotismo, toda cumplicidade.
As guerras se interrompem desertando, opondo-se, agindo nos territórios contra quem lucra com a destruição.
Nas montanhas abandonadas ou mercantilizadas pelo turismo, abrem-se ao contrário espaços de resistência e autogestão.
“Montanha Libertária” é uma oportunidade para construir redes de mutualismo, economia vernacular e comunidades solidárias: formas de vida que negam o Estado e o mercado na prática cotidiana.
Rehabitar a montanha em perspectiva libertária significa opor-se ao capitalismo predatório e reconstruir relações livres, igualitárias e sustentáveis.
A luta contra a guerra e a busca por uma vida autogestionada fazem parte da mesma tensão anárquica: destruir o domínio, construir liberdade.
Porque não basta dizer não à guerra: é preciso criar um mundo que a torne impossível.
Contra todas as guerras, contra todos os Estados, contra todos os patrões.
Pela liberdade, a autogestão e a solidariedade entre os oprimidos.
Grupo Anarquista “Mikhail Bakunin” – FAI Roma & Lazio
gruppobakunin@federazioneanarchica.org
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
O céu, no jardim
amanhece encoberto…
Mas o ipê floresce!
Guin Ga Eden
Obrigada por compartilhar! Tmj!
opa, vacilo, vamos corrigir... :^)
compas, ollas populares se referem a panelas populares, e não a ondas populares, é o termo usado pra quando se…
Nossas armas, são letras! Gratidão liberto!
boa reflexão do que sempre fizemos no passado e devemos, urgentemente, voltar a fazer!