
Está bem esperar a revolução a cada dia; mas é ainda melhor sair para buscá-la, forjando-a minuto a minuto nas inteligências e nos corações.
O 25 de novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, uma violência que, no sistema capitalista no qual vivemos, se manifesta em todos os âmbitos da vida das mulheres: na família, no trabalho, na rua, no ensino, nas instituições, no acesso à informação, nas redes sociais…
Esta violência não é só física, mas que adota diversas formas: desde os golpes até os menosprezos, a discriminação, a coisificação e as diversas expressões de violência sexual ou econômica.
A mulher trabalhadora não só deve defender-se da exploração empresarial, mas também da violência que pode vir de seus próprios companheiros. Desde a CNT, trabalhamos para que o sindicato seja uma ferramenta útil a serviço da emancipação das mulheres, e um espaço no qual possamos nos sentir seguras.
Para consegui-lo, é imprescindível uma tomada de consciência por parte dos homens; uma consciência que não se baseie unicamente nas palavras, mas que parta de uma análise autocrítica e se materialize nos atos concretos. Só assim o sindicato poderá responder aos anseios da mulher trabalhadora, forjando —como dizia Lucía Sánchez Saornil— uma revolução nas inteligências e nos corações.
cnt.es
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
no canto da janela
nova linha do horizonte:
o fio da aranha.
Tânia Diniz
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!