
7 de FEVEREIRO durante o CIUDAD MALDITA, na CASA DEL ESTUDIANTE
Jorge Esquivel passou três anos na prisão por uma armação orquestrada pelo Estado mexicano e pela UNAM (Universidad Nacional Autónoma de México) como parte de uma estratégia de repressão à Okupa Che e aos anarquistas. Após muitas negligências médicas diante de seu frágil estado de saúde, a recusa do poder em lhe dar os cuidados médicos necessários, as transferências e os próprios efeitos do encarceramento sobre a saúde dos presos, nosso companheiro perdeu a vida em dezembro de 2025.
Ele morreu na prisão, assim como tantos outros anarquistas ao longo de nossa história anarquista que ousaram lutar pela liberdade. Um assassinato lento pelo qual responsabilizamos a UNAM, o Estado e seu sistema prisional.
Não esquecemos, não perdoamos. E esta exposição coletiva é uma forma de lembrá-lo, de manter viva sua memória, assim como continua vivo nosso ódio ao poder e nosso amor pela liberdade, mantendo-o vivo em nossas ações.
Haverá também uma mesa de divulgação anticarcerária e apoio aos presos anarquistas, com material beneficente, zines, livros e panfletos.
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agência de notícias anarquistas-ana
Sem lei nem patrão —
O vento livre sopra
nas folhas do chão.
Liberto Herrera
Que a terra lhe seja leve, compa!
Vida longa à uaf! Vida longa ao anarquismo!
Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!