[Reino Unido] Londres: chamado à solidariedade com os antifascistas russos

Somos um coletivo ad-hoc [temporário; com uma finalidade específica] de antifascistas em Londres que quer organizar um evento de solidariedade para apoiar antifascistas na Rússia em 19 de janeiro [de 2019].

19 de janeiro é um dia significativo para antifascistas e anarquistas, pois todos os anos acontecem manifestações para lembrar camaradas russos, a jornalista Anastasia Baburova e o advogado Stanislav Markelov, que foram assassinados por fascistas em plena luz do dia há 10 anos, bem como outros camaradas que foram vítimas da violência fascista. Markelov, um advogado experiente e social-democrata, passou anos lutando por justiça nas lutas dos trabalhadores, protestos ambientais e contra a violência do Estado russo. Baburova, uma jovem jornalista do jornal russo independente Novaya Gazeta, era repórter e anarquista de Sevastopol, na Crimeia. Eles foram assassinados em Moscou por um grupo terrorista nacionalista ligado ao Kremlin.

Também queremos expressar nossa solidariedade aos acusados no “Network Case”, no qual 11 antifascistas e anarquistas russos foram detidos e torturados como parte de uma investigação do serviço de segurança sobre alegado terrorismo. Esses homens, de São Petersburgo e Penza, devem ir a julgamento no próximo ano.

A repressão do Estado russo contra os dissidentes políticos atua em conjunto com gangues fascistas, uma colaboração que há muito é conhecida e experienciada.

Com a virada para os governos populistas fascistas de direita e extrema direita em todo o mundo, da Índia ao Brasil, dos EUA à Itália, não há necessidade maior do que compartilhar experiências e conhecimentos em torno deste momento internacional que todos nós estamos enfrentando seja no Reino Unido ou na Rússia.

Enquanto nossos camaradas enfrentam uma violência inimaginável tanto por gangues fascistas estaduais quanto de rua, pretendemos enviar uma mensagem de solidariedade e desafio com esse evento.

O que você pode fazer:

• Convidamos você a participar de uma reunião na segunda-feira, 26 de novembro, das 18h30 às 21h, no Mayday Rooms, 88 Fleet St, Londres EC4Y 1DH. Por favor, RSVP: london19jan@riseup.net

• Discuta dentro do seu grupo para apoiar esta iniciativa

• Salve a data e publique novamente este texto explicativo em seu site

Recursos:

• Site Rupression: repression.com

• Site The Russian Reader: https: therussianreader.com

• Democracia Aberta sobre a situação na Rússia: opendemocracy.net/od-russia

Fonte: https://freedomnews.org.uk/london-callout-for-solidarity-with-russian-anti-fascists/

Tradução > sapat@

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agência de notícias anarquistas-ana

O amanhecer,
Só cinco folhas douradas
No topo da Árvore

Rodrigo Vieira Ribeiro

[Espanha] Sobre as eleições na Andaluzia e o avanço do fascismo: O antifascismo será anticapitalista ou não será

A ascensão da extrema direita não é casual, nem deveria nos surpreender. É onde nos leva o Estado burguês. São as bestas que o regime capitalista põe para passear quando o Sistema cambaleia, para poder estar em ambos os lados do baralho. Por um lado, para que as [pessoas] cansadas, as queimadas, apoiem uma opção “radical”, sem que isto suponha um perigo para os interesses dos poderosos, mas muito pelo contrário, e por outro lado, jogar o clássico “cuidado que lá vem o lobo” e “se estavas cansado deste regime, não é o momento de derrubá-lo ou sair fora, mas de abraçá-lo, porque olha o que vem por aí, é ainda pior”.

Também é o resultado do bom trabalho dos meios de comunicação fazendo uma campanha massiva a um partido que antes das eleições era um partido minoritário e praticamente inexistente, agora, depois de tê-los na mídia manhã, tarde e noite, sem uma justificativa lógica além de querer erguê-los, assim como o conseguiram, se colocam com 12 assentos [deputados] na Andaluzia, uma das principais regiões onde mais se ataca o capitalismo, e de repente se põem a votar em seus próprios verdugos. Estranho, não? O povo vota e opina, o que o regime lhe diz. O boom do Podemos [partido de esquerda] foi obra dos meios de comunicação, para controlar uma situação social que transbordava para um caminho que não interessava aos poderosos (mas sim ao povo). O boom do Vox [partido de extrema direita] ninguém pode negar que, entre outras coisas, é obra dos meios de comunicação.

Não podemos esquecer a responsabilidade desta esquerda que está já alguns anos dando lições teóricas de tudo, com uma suposta supremacia moral que joga para trás, mas na prática, o único que fez foi dobrar-se, ajoelhar-se para a socialdemocracia, aos corruptos e ser a mula de medidas e leis opressivas contra, valha a redundância, os oprimidos, e a favor dos opressores. Na teoria digo uma coisa (e as vezes não chego nem a isso), e na prática faço outra. Mas pelo caminho vou jogando migalhas ao povo, não vão se perder de seus elevados salvadores intelectualoides.

E claro, um povo cansado da corrupção, da repressão, do abandono, de medidas antissociais, de mentiras, de traições, onde os que dizem estar com o povo na hora da verdade só servem de muleta para salvar um regime em decadência, e onde os poderosos e opressores com seus meios [mídia] vendem que a alternativa é o fascismo, e o vendem a uma sociedade que tampouco é casualidade que esteja absolutamente desmotivada e queimada, pois dá estes resultados.

Este é o resultado lógico e esperado da folha de rota marcada pelo regime capitalista, e de todos os seus cúmplices, da desmobilização social em muitos setores (não em todos, cuidado), de uma direita cada vez mais à direita, e defendendo seus interesses que é o que lhe cabe fazer ao fim e ao cabo, e de umas formações progressistas, socialdemocratas, de “esquerdas”, ou como queiramos chamá-los, defendendo os interesses do regime capitalista e portanto, contra as oprimidas, enquanto na teoria seguem enganando, mentindo, traindo, para logo na prática fazer o que fazem, e isso sim, zero autocrítica, “isto é culpa dos que não votam, ou dos que votam em outras opções que não somos nós”. Não senhoras e senhores. Isto é o resultado do apoio a um sistema que já sabemos onde nos leva, dos que o apoiam, dos que o mantém, de seus cúmplices, e dos que seguem enganando o povo, com tal de levar um pedacinho de bolo. Se votas ou apoias o capitalismo, não te surpreenda que os resultados venham do capitalismo.

Ouvir Pablo Iglesias [líder do Podemos] falar de uma frente antifascista soa ofensivo para a inteligência. Porque ele sabe muito bem que o fascismo é uma ferramenta do capitalismo, e portanto, sem combater o capitalismo (de verdade), não se pode combater o fascismo. A luta antifascista é inseparável da luta anticapitalista, e desde que seu partido apareceu, em suas práticas, não combateu o capitalismo precisamente. Este que começa a dar seus filhos. E que agora chamam aos antifascistas a unir-nos a suas histórias, sob seu guarda-chuva, se considera, como não. Mais que jogar bolas fora, culpar a outros, e falar de irreais frentes antifascistas, responsabilidades senhor Iglesias. Frente antifascista sim, claro. Mas só é possível se for anticapitalista. E o que esta gente demanda é precisamente um bloco capitalista, não antifascista. A frente antifascista se busca na rua, com as pessoas. Buscá-la em um parlamento burguês é querer insultar a inteligência do povo.

Obviamente os resultados das eleições andaluzas não se podem interpretar fora do contexto do crescimento do fascismo a nível internacional. Que não é outro que o contexto histórico, o de sempre: Os poderosos tirando o fascismo para salvar seus interesses, enquanto aqueles que dizem representar o povo a única coisa que fazem é vendê-lo e traí-lo, com os consequentes resultados. Nada novo sob o sol, desgraçadamente. Mas a lição da história deveria ensinar-nos a não tropeçar sempre na mesma pedra, que já está bem.

Agora acontece que nos pedem que abracemos o regime capitalista para salvar-nos do fascismo. Curiosamente o mesmo regime que engendrou o fascismo. Tanto faz. Agora cabe aos cúmplices do regime pedir que abandonemos nossas lutas, que rebaixemos ou demos as costas a nossas ideias e reivindicações, para abraçar o mesmo regime que nos condena. E se possível, encabeçados por eles, claro. Mas que previsíveis que são. Algum dia, o povo, as oprimidas, cansadas de seus cantos de sereia, de suas falsidades e traições, de um capitalismo que só traz mais fascismo, e de um fascismo que só traz mais capitalismo, mais poder aos poderosos e mais miséria para as de baixo, para as oprimidas, desperte, se dê conta de sua potência, e que só em nossas mãos está dar as costas a todos estes oportunistas, jogá-los no poço do esquecimento, e tomar as rédeas de nossas vidas e nosso futuro. Pouco a pouco. Passo a passo. Mas de maneira incessante. E é possível que esse dia esteja chegando.

Só o povo salvará o povo. Construamos o futuro entre todas.

Birria

Fonte: https://www.portaloaca.com/articulos/politica/14041-sobre-las-eleições-andaluzas-e-el-avance-del-fascismo-el-antifascismo-sera-anticapitalista-o-no-sera.html

Tradução > Sol de Abril

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agência de notícias anarquistas-ana

lua na neve
aqui a vida vai ser jogada
em breve

Kikaku

[Argentina] Lançamento: “Wenüy. Pela memória rebelde de Santiago Maldonado”

Santiago Maldonado foi um jovem anarquista desaparecido pela Gendarmeria argentina em 1º de agosto de 2017. Após a repressão ao bloqueio de estrada, do qual ele participava, seu paradeiro resultou desconhecido durante 77 dias, até que seu corpo foi plantado no rio Chubut.

Nesse período, inúmeras manifestações se seguiram, exigindo sua aparição com vida e em solidariedade com a luta mapuche. Mas, à medida que o caso se tornou massivo, todo tipo de mentiras e ocultações começaram a circular em torno de Santiago, de seus companheiros, familiares e amigos, tanto da parte do atual governo quanto de seus mesquinhos opositores.

Essas páginas buscam que Santiago fale, assim como todos aqueles que foram silenciados, ignorados e reprimidos. Para os mapuche wenüy significa amigo. Uma amizade que floresceu na luta.

Após alguns meses de atividade coletiva reunimos testemunhos, crônicas, fotos, desenhos e canções. O projeto foi crescendo. Conversando entre compas, projetando, aprofundando. Buscando sempre a memória rebelde.

Entrevistas, viagens, mensagens que iam e voltavam, textos para corrigir, fotos daqui e dali, provas de impressão. Uma atividade coletiva fraterna que uniu diferentes histórias e quilômetros.

Este livro procura exercitar uma memória rebelde que, além de recordar, tem que aprender de tudo o que aconteceu, para fortalecer e dar continuidade à luta.

Wenüy. Por la memoria rebelde de Santiago Maldonado

300p. ; 21 x 15 cm.

ISBN 978–987–46966–3–2

Lazo Ediciones

lazoediciones.tumblr.com

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/11/29/argentina-rosario-apresentacao-do-livro-wenuy-por-la-memoria-rebelde-de-santiago-maldonado/

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entre flores velhas
o som da abelha
treme flores novas…

Luiz Gustavo Pires

[Canadá] Calendário Guerra Civil Espanhola 2019

Guerra Civil Espanhola – A Luta Para Nunca Ser Esquecida!

Calendário 2019 mesclando velhos pôsteres com trabalhos de artistas contemporânexs.

Na ocasião do 80 aniversário da conclusão infame da Guerra Civil Espanhola de 1939, por favor nos apoie para reunir alguns dos pôsteres mais icônicos em um belo e eterno calendário. Cubra suas paredes com pôsteres de poderosas mulheres e suas mensagens vibrantes. Na nossa página, você encontrará um pouco de arte contemporânea de um punhado de jovens artistas internacionais engajadxs.

O apoio e contribuições artísticas de tantxs jovens, artistas engajadxs de todo o mundo, são também uma prova/sinal da qualidade e solidez do projeto.

A campanha termina em meados de dezembro. Peça o seu calendário agora por meio desta plataforma de crowdfunding: http://kck.st/2OZ2cFo.

Para mais infos, escreva para esses contatos:

republicancalendar2019@gmail.com

http://www.bookata.com/republicancalendar2019

Twitter: @repcalendar2019

Instagram: @republicancalendar2019

https://www.facebook.com/pg/RepCalendar2019/about/

Tradução > Imprensa Marginal

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/12/11/espanha-calendario-da-fal-2019-mujeres-libres-1936-39-precursoras-de-um-mundo-novo/

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Há trafego intenso —
Vendo o ipê amarelo
Meus olhos descansam.

Sonia Regina Rocha Rodrigues

[México] Onde ver cinema indígena? Aqui 200 filmes e animações que podes consultar online

Os indígenas nos abrem as portas a uma cosmogonia de infinita riqueza através do cinema. E agora podes vê-la de forma gratuita.

Os indígenas, habitantes de um mundo de indômita beleza e sabedoria, permaneceram relativamente distanciados dos processos de modernização desde séculos. Isto lhes permitiu salvaguardar as inestimáveis tradições e símbolos que lhes dão identidade, assim como manter em essência suas próprias formas de organização social.

Mas ainda que as sociedades indígenas tenham seu próprio tempo e espaço, seu próprio ritmo, isto não as impossibilita para adquirir novos conhecimentos e práticas. Por isso é que na cena da sétima arte irrompeu o cinema indígena, dirigido e produzido por habitantes dos povos originários ao redor do mundo desde décadas.

Atualmente existem dezenas de diretores e centenas de filmes que compõem uma crescente coleção de cinema indígena (incluídas animações), que nos permite transitar os territórios desconhecidos de uma cosmogonia milenar e fascinante. Ademais, para o mundo da sétima arte estas narrativas alternativas tem sido como uma lufada de ar fresco, que vem renovar as, por vezes, gastas narrativas as quais estamos acostumados.

Como se fosse pouco, este cinema indígena não é só um íntimo olhar a seu mundo, mas funciona também como válvula de escape de todas as problemáticas que enfrentam atualmente as comunidades e que através destas produções podemos conhecer de primeira mão. Assim, as câmeras empoderam os povos originários, tornando-os sujeitos ativos que redefinem suas relações entre eles e o exterior. O cinema indígena se converte, assim, em uma potente ferramenta de emancipação ao mesmo tempo que de criação.

Cinema indígena online

O melhor é que muito deste novo olhar que nos oferecem estas produções poderá ser consultada na extensa biblioteca de cinema indígena online lançada pelo National Film Board of Canada [acessar no link abaixo], uma legendária produtora que agora está alterando as relações que o mundo do audiovisual tem com os indígenas e seu incrível cinema. Esta maravilhosa compilação conta, ademais, com um buscador, desde o qual se pode encontrar cinema indígena por nação, por diretor ou por tema.

O cinema indígena demonstra que a criatividade não tem fronteiras de nenhum tipo, e que não há limites – nem sequer tecnológicos – que a possam superar. Mas melhor descobri-lo por ti mesmo e surpreender-te com o que acontece quando os mundos se encontram.

>> National Film Board of Canada:

https://www.nfb.ca/indigenous-cinema/?&film_lang=em&sort=year:desc,title&year=1917..2018

Fonte: https://ecoosfera.com/cine-indigena-directores-peliculas-donde-ver/

Tradução > Sol de Abril

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sopro na orelha
você olhou assustada
a cara do nada

Marland

Dossiê “Anarquismo: teorias, abordagens e problemas”

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Acaba de sair o último número da Pergaminho, revista dos Cursos de História e Pedagogia do Unipam, que conta com o Dossiê “Anarquismo: teorias, abordagens e problemas“. Nesta edição há um artigo de minha autoria (“Lembrar, esquecer, escrever: imagens do anarquismo terrorista nas crônicas de Neno Vasco”) e também de companheiras e companheiros como Rodrigo Rosa, Cláudia Tolentino, Eduardo Souza Cunha, Ingrid Ladeira, Munís Pedro Alves e Marina Ortiz Hernandez. Além do dossiê, este número contém a sessão Artigos Livres e Resenhas.

A todas e todos, desejo uma excelente leitura!

Thiago Lemos

>> Para baixar a Pergaminho Nº 9, ano 9, dez. 2018, clique aqui:

http://pergaminho.unipam.edu.br/pergaminho-n.-9-ano-9-dez.-2018

agência de notícias anarquistas-ana

raio de sol
nos louros cabelos –
verão chegando.

Rosa Clement

Luxemburgo poderá se tornar o primeiro país da Europa a ter transporte público gratuito para todos

luxemburgo-podera-se-tornar-o-primeiro-pais-da-e-1

Luxemburgo, um pequeno país na Europa, com quase 600 mil habitantes, deve se tornar o primeiro do mundo a tornar todos os seus transportes gratuitos. A promessa da coalização reeleita para o governo é abolir as tarifas de trens, bondes e ônibus. O governo também está considerando, segundo o jornal The Guardian, legalizar a maconha e incluir mais dois feriados no calendário.

Apesar de pequeno, o país tem uma taxa de 662 carros para cada mil pessoas – a maior de toda a União Europeia. Atraídos por salários maiores, cerca de 180 mil pessoas das vizinhas Bélgica, Alemanha e França viajam diariamente a Luxemburgo para trabalhar, quintuplicando a população de sua capital.

A ideia do novo governo é combater o aquecimento global ao estimular o uso de ônibus, trens e bondes. Parte dos custos serão cobertos pelo fim de uma isenção fiscal dada aos usuários de transportes. Hoje, os passageiros pagam € 2 para até duas horas de transporte, o que, em um país de apenas 2.590 quilômetros quadrados, cobre praticamente qualquer jornada.

Estudantes de nível secundário podem usar ônibus gratuitos que os levam de casa à escola. E este ano, o país já tinha adotado a gratuidade no transporte para crianças e jovens com menos de 20 anos. E, agora, todos os tíquetes de transportes públicos serão abolidos a partir de meados de 2019.

A expectativa é que a medida gere economia na coleta e processamento de tarifas. Ela também deve encorajar os cidadãos a deixar o carro na garagem, ajudando a reduzir os engarrafamentos, um problema especialmente sério na capital de Luxemburgo.

Outros projetos de gratuidade no transporte

Outros países já experimentam projetos de gratuidade no transporte. A Estônia, por exemplo, oferece transporte grátis aos residentes de sua capital, Tallinn, desde 2013. A Alemanha, que enfrenta críticas pela péssima qualidade do ar no país, testará o modelos nos próximos anos em cidades com grande fluxo, como Bonn e Essen.

Fonte: The Guardian

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Até mesmo o céu
Embriagado pelas flores?
Nuvens cambaleantes.

Nonoguchi Ryûho