Anúncio de formação da União Anarquista do Afeganistão e Irã

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Esta união é um acordo livre e voluntário, e cada indivíduo ou grupo continuará a trabalhar independentemente para além de estar na união.

Na união, todas as tendências anarquistas, exceto as religiosas, pacifistas e os chamados anarco-capitalistas, tem potencial de se voluntariar.

Todas as pessoas e grupos devem assinar qualquer chamado ou anúncio com o nome da união. Se um acordo coletivo não for atingido, cada indivíduo ou grupo pode assinar o item independentemente com seu nome ou grupo.

No começo da formação da união, o maior nível de cooperação será por meio da assinatura conjunta da União de Anarquistas. Ao longo do tempo, com mais familiaridade entre indivíduos e grupos, existe a possibilidade de expandir o nível de cooperação.

União Anarquista do Afeganistão e Irã inclui os seguintes grupos anarquistas:

Coleção da Era Anarquista (uma comunidade de anarquistas do Irã e Afeganistão dentro e fora do país).

Grupo Anarquista “Aleyh” (situado no Afeganistão).

Frente Revolucionária Anarquista Radical (que está presente no Irã).

PS: A possibilidade de união de novas pessoas e grupos de anarquistas será permanente.

Fonte: http://asranarshism.com/1397/02/30/anarchist-96/

Tradução > Imprensa Marginal

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se andava no jardim
que cheiro de jasmim
tão branca do luar

Camilo Pessanha

Anarquistas & Oprimidxs | 25 Imagens de grafites sociais e políticos no Reino Unido

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Anarquistas & Oprimidxs | 25 Imagens de grafites sociais e políticos no Reino Unido

Muito antes dos dias de redes sociais e petições online, o grafite tem sido usado como uma demonstração expressiva contra os poderes corporativos e políticos existentes.

Quando eu digo grafite, não estou falando das “tags” multi-coloridas e tridimensionais e artes que podem ser vistas nas laterais de canais e carcaças de trem, estou falando dos primeiros grafites, mensagens com letra de mão e frases escritas por anarquistas e oprimidxs por todo o país.

Peguei um par de livros sobre este assunto ‘The writing on the wall’ de Roger Perry e ‘Graffiti’ de Richard Freeman. Estes livros fascinantes mostram algumas das primeiras imagens de grafites dos anos 60 aos 70. Entre as mensagens e frases sem sentido, existem fotos de grafites direcionados ao racismo, capitalismo, ganância e desigualdade, cobrindo os muros e pontes de nossas cidades do interior e subúrbios.

Estas imagens me intrigam e fazem querer cavar mais fundo e descobrir mais imagens desta natureza. Um grande número de imagens descobertas vieram dos turbulentos anos Thatcher, quando as tensões foram altas e a juventude desprovida de direitos e desempregada expressava sua raiva e sentimentos com respeito ao governo Tory e autoridades dessa época.

Existe algo nessas imagens que te faz pensar sobre as mensagens colocadas e o que aconteceu com as pessoas por trás delas.

Fonte, mais imagens: https://britishculturearchive.co.uk/2018/03/04/anarchists-underdogs-25-images-of-social-political-graffiti-in-the-uk/amp/?__twitter_impression=true

Tradução > Imprensa Matginal

agência de notícias anarquistas-ana

zunir da cigarra…
no instante da pausa
o silêncio ecoa

Gustavo Terra