Chegou nosso primeiro aniversário junto a nosso IV número, com as vozes do equinócio de primavera, e a recordação de que há cinco anos atrás em que o Poder reprimiu a nossxs irmãxs do TIPNIS [Terra Indígena Parque Nacional Isiboro Sécure] em Chaparina, seguimos indômitxs ante todo o ocorrido, levando nossas emoções e sentimentos às páginas desta revista. A diversidade que temos nos ajuda a complementar-nos, a aprender dxs outrxs, a retroalimentar nossos pensamentos, a viver no cotidiano, conscientes de que não estamos conformes com a imposição deste mundo alheio à natureza e indolente ante a exploração, somos parte da terra, não somos alheixs a ela, vemos como os povos sobrevivem ante o avanço do Capital, da tecnologia, da industrialização do que o Poder chama “recursos naturais”, então, nas cidades devemos aprender destes povos a convivência, devemos eliminar de nossas práticas as relações de poder, as hierarquias, devemos ver-nos como iguais, não resignar-nos a aceitar uma vida cheia de miséria, de podridão, de amxs e escravxs.
Conteúdo:
• La mercancía y el negocio de los cuerpos
• Negociando con la explotación
• Violencia: a través de la explotación y la segregación
• Desposesión: mercado + estado, una fórmula perversa para la vida.
• ¿Auto-explotación?
• “Yo civilizado, tú salvaje”
Para baixar a revista:
http://www.mediafire.com/file/736cru5s5dhev90/RI_09_16.pdf
agência de notícias anarquistas-ana
A cada minuto
o mundo muda de cor
— é fim de tarde
Marba Furtado

Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!