
Em 1º de agosto de 2017, por volta das 11h15, a Gendarmeria Nacional, sob as ordens de Pablo Noceti, chefe de gabinete de Patricia Bullrich, realizou uma violenta operação irregular contra a comunidade mapuche de Pu Lof Cushamen, na Rota 40, em Chubut, onde ele foi “desaparecido” e, após 78 dias, foi encontrado sem vida no mesmo local em que havia sido procurado várias vezes.
Hoje, nove anos após seu desaparecimento forçado, o Estado argentino continua encobrindo seu crime, tornando-se cúmplice de seus servos uniformizados que o assassinaram.
Nenhum insulto, nenhuma ofensa poderá manchar a memória de Santiago nem apagar sua luta generosa diante da violência perversa do capitalismo e das políticas fascistas dos governos coloniais e racistas em exercício.
Hoje nos unimos profundamente à família do nosso companheiro Santiago Maldonado, que continua lutando pela verdade, em sua memória solidária e consciente da luta do povo mapuche.
Chaltumai Santi por cada momento de amor dedicado à humanidade por um mundo melhor.
NÃO esquecemos, NÃO perdoamos!
Seus companheiros e companheiras da Red Internacionalista por el pueblo mapuche, Itália
Justiça para Santiago Maldonado
Rede Internacional em defesa do Povo Mapuche
mapucheit.wordpress.com
agência de notícias anarquistas-ana
Vento nos ramos,
Balançam folhas verdes,
E pássaros gentis.
Liberto Herrera
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!