[Grécia] 8 de março – Dia da Resistência e da Luta

Da Palestina à Rojava, do Irã ao Sudão, do México e em todo o mundo…

Contra as fronteiras, os campos de concentrações para imigrantes, a guerra, o tráfico, o feminicídio, o estupro, a repressão, a exploração

Somos muitas, não estamos caladas

Queimaremos o Estado, o capitalismo e o patriarcado

Organização e luta

Pela emancipação e anarquia

CHAMADOS – ATOS DE RUA

Atenas: Stadiou – Estátua de Kolokotronis, 13h30 | Tessalônica: Kamara, 11h30

Grupo Contra o Patriarcado | Organização Política Anarquista – APO

agência de notícias anarquistas-ana

Orquestra mágica
Balanço sussurrante das árvores
A maestria do vento.

Clície Pontes

[Chile-Brasil] Una-se à campanha Fora Mineira Aclara em Goiás e Penco

A Mineira Aclara é um projeto impulsionado pela empresa REE UNO SPA, hoje apresentada como ACLARA Resources, e que pretende extrair Terras Raras por meio de uma série de minas a céu aberto que se localizarão em dois módulos, um em Goiás/Brasil e outro nos morros de Penco, localizado na zona costeira do Chile.

As Terras Raras são um conjunto de 17 minerais principalmente utilizados para o armamentismo e a indústria tecnológica (baterias, carros elétricos de luxo, turbinas eólicas, etc.), tudo o que se vende hoje como tecnologias verdes. Essas tecnologias, que não são de uso massivo, mas sim das indústrias, as elites militares e econômicas, se sustentam na base da extração de matérias-primas de Abya Yala (América Latina) e outros territórios, que tem enfrentado historicamente a colonização por parte das potências mundiais.

Atualmente em Penco e Goiás se encontram no olho mundial do extrativismo, representando um ponto estratégico na guerra pelo controle de produção dessas substâncias.

Por anos a China tem o controle da extração de Terras Raras, gerando mais de 95% da produção mundial dessa liga de metais. Mas esse monopólio está sendo ameaçado por outras potências do capital: EUA e Canadá, que pretendem competir contra a China para controlar a extração destas.

Mineira Aclara se mostra ao exterior como uma alternativa ao mercado extrativista chinês, seu objetivo é conseguir o controle da extração de Terras Raras a partir dessas duas fontes de extração em Abya Yala (América Latina): Módulo Carina (cidade de Nova Roma) em Goiás/Brasil e Módulo Penco, em $hile.

No Brasil, Aclara busca extrair 191 toneladas de minerais desde o depósito Carina (Cidade de Nova Roma – Goiás). Uma quantidade que representa 13% da produção da China. Esse lugar é muito perto da Chapada dos Veadeiros, um reduto de diversas faunas e floras, um lugar conhecido no mundo inteiro por suas cachoeiras, além de devastar um bioma já muito danificado pela ação humana: o Cerrado.

Atualmente esse projeto também se encontra em processo de avaliação ambiental, e seria de maior proporção que os dos morros de Penco.

A empresa Aclara Resource é manejada por REE UNO SPA desde Toronto, Canadá; essa empresa pertence ao grupo peruano Hochschild com sua matriz em Londres e conta com acionistas como o Grupo CAP no $hile, entre outros.

É importantíssimo e urgente que estejam informadas das consequências gravíssimas desse projeto de morte. Ter noção do dano que essa empresa quer gerar nos territórios, do dano às espécies animais endêmicas e vegetais que os habitam.

Os impactos desse projeto somente podem ser freados pelas próprias comunidades.

Unamos forças contra o extrativismo.

Pela libertação animal, humana e da terra.

#FORAMINERAACLARA de Abya Yala

#FUERAMINERAACLARA de Abya Yala

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No espaço, um brilho
qual uma folha viva:
O grilo.

Edércio Fanasca

[Espanha] Comunicado da Sindical de Fraga | 8 de março. Organizadas somos mais fortes

Na Sindical entendemos o dia 8M como um dia de luta e não como uma festa. Temos muito em jogo e por isso nos organizamos e levantamos a voz para enfrentar o patriarcado e também para derrubar os eixos sobre os quais se articulam as opressões que sofremos enquanto mulheres.

Por isso, no 8M, levantamos a voz não para celebrar nada, mas para desafiar o sistema patriarcal, exigindo com mais força reivindicações que façam com que nossa sociedade avance e alcancemos a igualdade.

Nos rebelamos contra toda forma de exploração, contra a opressão que sofremos em nossos lares e na esfera laboral. Nos rebelamos contra a falta de direitos, o empobrecimento e também contra as políticas neoliberais que priorizam o benefício econômico em detrimento da vida.

Aqui, nos rebelamos para nos solidarizar com as mulheres que sofrem outros eixos de opressão: migrantes, racializadas, com diversidade funcional, mães empobrecidas, mulheres trans, mulheres sem-teto, mulheres em situação de tráfico, porque o patriarcado se abate especialmente sobre elas. Mas hoje, também nos unimos à dor das mulheres que sofrem diretamente qualquer uma das 56 guerras ativas em todo o mundo. Essas mulheres veem toda a sua vida sendo destruída pelos interesses econômicos globais e por uma corrente militarista injustificável.

Hoje, no Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, lembramos que a precariedade laboral que nos atravessa só pode ser combatida com organização e luta coletiva. Houve uma época em que as Organizações Trabalhistas, os Sindicatos, eram espaços de resistência e solidariedade, além de espaços de formação. Nesses lugares, nossas companheiras se organizavam, se protegiam e transmitiam referências e ideias, mas atualmente os espaços de debate e organização estão enfraquecidos ou foram devorados pelos escaparates do capitalismo e o curto-prazismo da social-democracia. No entanto, como anarcofeministas, temos a convicção de que a situação vai mudar e sabemos que a organização é a única ferramenta para nos fazer ouvir e alcançar nossas reivindicações.

Precisamos ser parte ativa na organização da luta feminista porque sabemos que o 8M é apenas uma efeméride que nos sinaliza que estamos em um processo de transformação que nos levará a conquistar a sociedade que almejamos: igualitária e livre.

8 de março de 2025

La Sindical de Fraga

Sindicato de Ofícios Vários de Fraga

Pº Barrón-Cegonyer, 6, 3º, C.P. 22520 Fraga

Tlf. 626492992. lasindicalfraga@gmail.com

Blog: https://lasindicaldefraga.blogspot.com/  

Redes: https://www.facebook.com/lasindicalfraga  https://www.instagram.com/lasindical_fraga/

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

Quietos, no jardim,
mãos serenadas. Na tarde,
o som das cigarras.

Yberê Líbera

[França] Uma saudação incendiária à Tesla

O projeto fascista, patriarcal, ecocida e colonialista está ganhando ritmo. Enquanto as elites estão multiplicando suas saudações nazistas, decidimos saudar um revendedor da Tesla à nossa maneira na noite de 2 para 3 de março de 2025, em plaisance-du-touch.

Colocamos fogo em veículos dentro das instalações usando duas latas de gasolina. Depois, nos perguntamos se os acendedores de fogo não teriam sido um método mais eficaz.

Diante do fortalecimento do movimento neonazista em escala global, somos o antifascismo combativo que não acredita no mito da democracia.

Diante da atual ofensiva masculinista e transfóbica, somos um fragmento da luta contra o patriarcado.

Diante da devastação industrial que está destruindo o planeta, somos uma ecologia radical que não acredita em soluções tecnológicas.

Diante do colonialismo e do supremacismo branco, diante da miséria e da exploração generalizadas, estamos expressando nossa recusa em ação.

Por meio desse ato, estamos participando da convocação “Welcome spring, burn a Tesla” (Bem-vindo à primavera, queime um Tesla), do movimento internacional contra a tesla, da Alemanha aos Estados Unidos, passando pela Holanda, e, de forma mais ampla, da conflitualidade anarquista.

Oferecemos nosso apoio a Louna, que foi acusada como parte da luta contra a A69, e a todos os prisioneiros anarquistas, aqueles que estão fugindo e aqueles que estão lutando.

Vamos continuar a ofensiva contra os tecnofascistas!

Fonte: https://sansnom.noblogs.org/archives/24565

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agência de notícias anarquistas-ana

Nuvem de flores –
Este sino será de Ueno?
Será de Asakusa?

Matsuo Bashô

[Grécia] Manifestações de solidariedade às pessoas presas na greve geral de 28 de fevereiro pelo crime de Estado em Tempe

Na sexta-feira, 28 de fevereiro, a mobilização grevista foi acompanhada por centenas de milhares de pessoas que inundaram dezenas de ruas e avenidas do centro da cidade, de Patission a Syngrou e de Evangelismos a Monastiraki, manifestando-se contra o crime de Estado em Tempe e o encobrimento institucional das responsabilidades de todo o aparato estatal. Uma mobilização que acumulou o descontentamento social em relação ao sistema de poder que intensifica as exclusões sociais, a pobreza e a exploração e assassina a base social nas fábricas de escravidão assalariada, nos hospitais com falta de pessoal, nas delegacias de polícia e nas fronteiras. Apesar dos esforços dos esbirros do Estado para aterrorizar as pessoas para que não saíssem às ruas, tanto por meio dos porta-vozes da mídia do poder quanto pelas numerosas forças repressivas que estavam em todo o centro horas antes da mobilização, verificando e prendendo as pessoas que tentavam chegar à Constituição, o terror do Estado não passou, foi dominado pelos rios de pessoas que por horas continuaram a chegar às ruas inundadas da cidade. Foi dominado pela força e determinação sem precedentes de uma multidão díspar de pessoas sufocadas pelo horror e pela brutalidade que os governantes condenam a grande maioria social.

Nesse contexto, no dia da greve de 28 de fevereiro, a repressão estatal resultou tanto no espancamento de manifestantes quanto na prisão de dezenas de pessoas e militantes, que permanecem na GADA e enfrentam uma pesada acusação de contravenção e crime. O aparato estatal atemporal e inerentemente assassino que contribuiu para uma série de crimes estatais em massa, desde Tempe, Rikomex, Samina, Ilia, Mandra, Mati, Pylos, está tentando aterrorizar e se vingar daqueles que se levantam contra a barbárie estatal e capitalista. ISSO NÃO PASSARÁ!

FIM DE TODOS OS PROCESSOS – LIBERTAÇÃO IMEDIATA DAS PESSOAS PRESAS NA GREVE GERAL DE 28 DE FEVEREIRO PELO CRIME DE ESTADO EM TEMPE (28/2/2025)

Manifestações

Terça-feira, 4 de março e quarta-feira, 5 de março, Evelpidon, 9h00

Coletivo Anarquista Círculo de Fogo, membro da Organização Política Anarquista – APO

apo.squathost.com

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agência de notícias anarquistas-ana

Azul e verde e cinza –
Olhando bem, o céu
É de todas as cores!

Paulo Franchetti

[Espanha] Manifesto 8M 2025 | Acabou! Nem invisíveis, nem precárias, nem exploradas por cuidar

Nós as mulheres, que sustentamos a vida, dizemos basta e tomamos as ruas para exigir autonomia, justiça social e a abolição de um sistema que nos oprime. Pomos no centro de nossa vida e de nossa luta os cuidados, porque sem eles não há vida, não há economia e não há futuro. O sistema cis-heteropatriarcal e capitalista tem nos explorado fazendo-nos assumir os cuidados, invisibilizando-os e relegando-os às mulheres e identidades feminizadas. Este sistema se mantém devido à uma divisão injusta: enquanto umas produzem bens e serviços, outras tantas se veem forçadas a manter a vida mediante o trabalho reprodutivo e de cuidados, sem remuneração, sem direitos, exploradas, precárias e sem reconhecimento social. Sob a desculpa do amor e a obrigação sócio cultural, o capitalismo se apropria de nosso trabalho para garantir a mão de obra futura sem assumir os custos.

Nos negamos a seguir sustentando sozinhas, exploradas, precárias e invisibilizadas todo o trabalho de CUIDADOS.

Levantamos nossa voz contra as guerras e genocídios que despedaçam comunidades, povoados e territórios. Exigimos um cessar imediato de qualquer ação bélica, ameaças que visam especialmente às mulheres, meninas e pessoas não binárias. Condenamos todas as formas de violência que atentem contra a diversidade e reafirmamos nosso compromisso com um feminismo inclusivo e transformador que mude consciências e construa um mundo livre, justo e igualitário.

Pomos no centro da vida de todas as pessoas, derrubando barreiras e construindo pontes de solidariedade.

Porque nos sobram motivos para seguir lutando e construindo um mundo melhor para todas as pessoas!

JUNTAS SOMOS MAIS FORTES

A LUTA NA RUA NOS FARÁ MAIS LIVRES                      

PELAS NOSSAS VIDAS, PELAS NOSSAS LIBERDADES

Desenho do cartaz: Roser Pineda

>> Aqui manifesto completo em pdf e o link para baixar materiais nos diferentes idiomas do Estado espanhol:

https://box.cgt.org.es/s/we8kwPLGnXZg264

Tradução > Sol de Abril

agência de notícias anarquistas-ana

livro aberto gelado
o norte geme no vento
sobre a página branca

Lisa Carducci

[Itália] Trieste: “Não à guerra e quem a a(r)ma

Hoje (03/03) colocamos uma faixa para expressar nossa oposição aos vários navios militares, ministros da guerra e outros entusiastas da morte. Além da retórica folclórica dos navios à vela e das flechas (caras e perigosas), sabemos que a corrida armamentista é financiada por cortes em gastos sociais essenciais e traz lucros para as fábricas de morte habituais: Leonardo, Selex, Fincantieri entre elas.

NÃO À GUERRA E QUEM A A(R)MA

NÃO MAIS PATRULHAS MILITARES NAS CIDADES

SIM À AUTODETERMINAÇÃO

SIM AOS SERVIÇOS SOCIAIS GRATUITOS E AUTOGERIDOS

Grupo Anarquista Germinal

Trieste, 3 de março de 2025

agência de notícias anarquistas-ana

ao lusco-fusco
uma lufada faz tremer
o olho azul do charco

Rogério Martins

[Grécia] Cartaz | Em 8 de março, continuaremos nas ruas em fúria, pela libertação das mulheres e da classe

Em 8 de março, continuaremos nas ruas em fúria pela libertação das mulheres e da classe

Contra a opressão e a violência geradas pelo patriarcado, o Estado e o capital.

Contra a opressão de gênero, as redes de tráfico, o feminicídio, o massacre de trabalhadores, a repressão estatal, o fascismo e a guerra imperialista.

PELA LIBERTAÇÃO DAS MULHERES E DA CLASSE

Concentração no sábado, 8 de março, às 13h30, na Praça Kolokotronis, Atenas

Contra-ataque de classe (Grupo de anarquistas e comunistas)

agência de notícias anarquistas-ana

Sopra o vento
Pássaros correndo
Atrás de sementes

Rodrigo de Almeida Siqueira

[São Paulo-SP] CCS, 08/03: Um olhar anarquista sobre a insurgência na Síria | O regime caiu, mas a revolta continua!

GRUPO DE ESTUDOS DE ANARQUISMOS, FEMINISMOS E MASCULINIDADES (GEAFM)

O colapso do Estado Sírio no final de 2024, após décadas da dinastia Assad, representou uma relevante etapa na insurgência cotidiana da população da região. Contudo, um tirano a menos significa apenas mais um passo rumo a uma insurgência coletiva. Enquanto anarquistas, não podemos deixar de lembrar que o sistema confederalista no nordeste da Síria é um exercício de horizontalidade factível que pode servir de base para uma Síria revolucionária. Seguimos confrontando a lógica belicista e imperialista das fronteiras e Estados-Nação, e se torna urgente questionar as forças autoritárias tais como o HTS e a Turquia de Erdogan.

Assim, convidamos a todes para discutir, a partir dos textos “A Guerra civil síria ressurge” e “Notícias do front: as reflexões de um anarquista russo em Rojava”, como a autodefesa popular e a ética anarquista podem contribuir para impedir que novas forças autoritárias recriem tiranias na região da Síria após a queda de Assad. Discutiremos também quais lições podem ser tiradas do conflito.

“O nascer do sol está chegando. Estamos prontos, o chá forte e doce é revigorante e um novo dia está por vir. Os eventos estão se movendo muito rapidamente — a cada duas horas, algo novo e inesperado acontece. O que nos espera hoje? Não sei. Mas o pensamento de que estamos defendendo a revolução e seus ideais junto com pessoas de todas as etnias e idades de Rojava, que cada um de nós está fazendo uma contribuição, me dá força e clareza. Espero que a sobrevivência de Rojava traga vitórias ao nosso movimento anarquista, que, na minha opinião, pode aprender muito aqui na Síria.”

Material e orientações para o encontro: https://tinyurl.com/GE0325

Quando? Sábado, 08/03/25 (16h-18h)

Onde? Sede do Centro de Cultura Social de SP (Rua Gal. Jardim, 253, sl. 22, Vila Buarque – São Paulo)

https://www.instagram.com/centro_de_cultura_social/

agência de notícias anarquistas-ana

A ipoméia
Tomou-me o balde do poço –
Busco água no vizinho.

Kaga no Chiyoni

[Espanha] A equipe dos CORREIOS se mobiliza contra o acordo que modifica o Convênio Coletivo

A greve geral convocada nos Correios pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) teve uma adesão significativa na Comunidade de Madrid. Na concentração realizada em frente à Sede Central dos Correios, na rua Conde de Peñalver, milhares de trabalhadores se reuniram sob o lema “Não ao Acordo Marco”, pois, segundo os organizadores, ele “representaria o maior retrocesso trabalhista vivido neste século”.

Às 11h30, começou uma mobilização que contou com a presença de equipes inteiras da maioria dos centros que a empresa possui em Madrid. Os funcionários dos Correios demonstraram sua oposição ao Acordo Marco assinado entre a diretoria de Pedro Saura e as organizações Sindicato Libre, CCOO, UGT e CSIF, que resultará na “Amazonização” da empresa pública. Na opinião dos participantes, “os poucos direitos que restam nos Correios” estão em risco. O prazo final para a ratificação desse acordo é 15 de março, e os trabalhadores foram às ruas para evitá-lo. “Não queremos trabalhar nas condições precárias do setor privado”, afirmaram.

“Jornadas variáveis e irregulares, salários vinculados ao cumprimento de metas da empresa, turnos de terça a sábado no período da tarde, mobilidade nas mãos da empresa e um corte drástico nos gastos com pessoal, que serão pagos pelos mesmos de sempre”, são, segundo os organizadores, os aspectos mais negativos do documento em questão.

Além disso, os trabalhadores expressaram seu descontentamento por não terem sido consultados antes da assinatura de um acordo com um impacto tão significativo para toda a equipe e pediram que os sindicatos signatários se retratem o mais rápido possível.

Junto à reivindicação central, defendeu-se a prestação de um serviço postal de qualidade e a necessidade de um plano público para o futuro dos Correios, com propostas concretas, como a recuperação do banco postal público.

Também foram apresentadas demandas trabalhistas, como a jornada de 35 horas de segunda a sexta-feira sem redução salarial, a recuperação do poder de compra perdido, a despenalização das licenças médicas, a elaboração de uma Relação de Postos de Trabalho (RPT) como na Administração Pública e a equiparação de todo o pessoal ao Estatuto Básico do Empregado Público (EBEP).

Se a empresa e os sindicatos signatários do Acordo Marco continuarem no mesmo caminho e se recusarem a ouvir a voz dos trabalhadores, novas jornadas de greve e mobilização estão previstas pela CGT para a segunda semana de março.

Gabinete de Imprensa do Comitê Confederal da CGT.

Fonte: https://rojoynegro.info/articulo/la-plantilla-de-correos-se-moviliza-contra-la-firma-que-modifica-el-convenio-colectivo/

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

Ah, quanta inveja
Da maneira que termina
O namoro dos gatos.

Ochi Etsujin

[Espanha] Concentração dos Serviços Sociais da Prefeitura de Granada

Os Serviços Sociais da Prefeitura de Granada se concentram mais uma vez para continuar exigindo que a Equipe de Governo cumpra os compromissos assumidos com a equipe e a cidadania.

A Assembleia de Trabalhadoras de Direitos Sociais da Prefeitura de Granada voltou a se concentrar mais um mês, coincidindo com a celebração da Sessão Plenária de fevereiro, para exigir que a Equipe de Marifrán Carazo responda aos compromissos assumidos tanto com a equipe quanto com a cidadania.

Esses compromissos, entre outros, incluíam a criação de pelo menos 22 vagas até 2025 na Área de Política Social que, após muita luta, finalmente foram reduzidas para 6, apesar de o conselheiro de Recursos Humanos, Vito Epíscopo, ter redigido e assinado um relatório que assim o estabelecia.

Além da criação de vagas para enfrentar o déficit de pessoal que a área sofre, o que resultou em listas de espera intermináveis para a cidadania sempre que utilizam os Serviços Sociais, a falta de dotação de recursos econômicos e a assinatura de convênios com entidades privadas tornam muito difícil atender às necessidades dos usuários, que veem como a Prefeitura não dispõe de recursos habitacionais para resolver a situação de famílias que não têm acesso a uma moradia, por exemplo, nem planos de emergência social para atuar em casos como os que foram vividos devido à COVID há alguns anos.

A Assembleia também volta a pedir a demissão da Conselheira de Política Social, Amparo Arrabal, por sua total indiferença e ausência à frente da Área que dirige, tendo se recusado a se reunir com os diferentes sindicatos da Prefeitura e mantendo uma relação nula com a equipe. Além disso, informam que não hesitarão em pedir mais demissões se os compromissos assumidos não forem cumpridos e também apontam como responsável o conselheiro de Recursos Humanos, que mente para a equipe.

Anunciam, ainda, que iniciaram uma coleta de assinaturas tanto físicas, nos diferentes distritos de Granada, quanto online, através da criação de uma petição no change.org https://www.change.org/p/por-unos-servicios-sociales-p%C3%BAblicos-dignos-de-calidad-m%C3%A1s-profesionales-y-recursos e convidam toda a cidadania a participar, já que qualquer pessoa pode precisar dos Serviços Sociais em algum momento e os usuários são também os que sofrem com os cortes tanto de recursos econômicos quanto humanos, com atrasos na gestão de ajudas, listas de espera de meses para serem atendidos, falta de recursos habitacionais, infância em risco de exclusão social desassistida, etc.

O envolvimento da equipe é máximo e reclamam mais recursos da Corporação para poder oferecer à cidadania serviços sociais públicos, dignos e de qualidade.

ASSEMBLEIA DE TRABALHADORAS E TRABALHADORES DA ÁREA DE POLÍTICA SOCIAL DA PREFEITURA DE GRANADA

Fonte:  https://rojoynegro.info/articulo/concentracion-de-los-servicios-sociales-del-ayuntamiento-de-granada/

Tradução > Liberto

agência de notícias anarquistas-ana

Noite em Naniwa —
Sobre o mercado de pulgas,
flores de ameixeira.

Takebe Sôchô

Texto dos 25 membros do Rouvikonas presos nos centros de detenção da “democracia grega”

“Acolhemos com satisfação os magníficos encontros que ocorreram na sexta-feira, 28 de fevereiro, em toda a Grécia, como um sinal de honra e lembrança das 57 vítimas assassinadas do crime de Tempe.

Expressamos nossa solidariedade inabalável com aqueles que foram presos durante as manifestações em massa, que, como nós, acabaram nos centros de detenção da “democracia grega” porque ousaram se manifestar, exigindo justiça e exigindo o fim do encobrimento do crime.

Como Rouvikonas, participamos da manifestação em Syntagma e, ao mesmo tempo, no mesmo dia, intervimos na Hellenic Train, a empresa que é diretamente responsável pelo crime e continua lucrando milhões, ao mesmo tempo em que administra uma ferrovia miserável, sem ter consequências legais ou criminais por tudo isso. Afinal, aqueles que protestam contra os crimes em massa estão sendo mantidos nas celas da “democracia” e não aqueles que são diretamente responsáveis.

Aqui também devemos enfatizar que na sexta-feira, 28 de fevereiro, as forças repressivas seguiram a conhecida tática de prisões em massa e às cegas, resultando na transferência de dezenas de pessoas sem nenhuma ligação com os protestos para centros de detenção, incluindo menores.

Na sexta-feira, 28 de fevereiro, às 11:00, horário em que a manifestação em Syntagma foi convocada, Rouvikonas desenrolou duas faixas na sacada do último andar dos escritórios da Hellenic Train. Ao mesmo tempo, fumaça preta foi usada como sinal de luto pelas vítimas. Ficamos na sacada do último andar por cerca de meia hora, gritando palavras de ordem, que foram respondidas por centenas de manifestantes que passavam pelo prédio naquele momento e se dirigiam ao protesto.

O fato de termos conseguido entrar na Hellenic Train apesar das draconianas medidas de segurança em torno do prédio, provocou a intervenção furiosa da polícia, que com capacetes, cassetetes e escudos invadiram a sacada e nos atacaram. Aqui, é claro, devemos enfatizar que, apesar dos golpes dos esbirros, nós nos mantivemos firmes e não recuamos. No entanto, o ataque policial no último andar dos escritórios foi criminoso e o fato de ninguém ter caído no vazio foi puramente resultado da nossa frieza.

O que aconteceria, senhores do Ministério da Defesa, se um membro do Rouvikonas fosse morto na sexta-feira, 28 de fevereiro, dia do protesto, por ter caído do último andar do prédio da Hellenic Train, sendo a Polícia Helênica diretamente responsável pelo ataque que ela realizou?

Após a intervenção policial, fomos levados para o centro de detenção ALLODAPON, onde fomos acusados ​​de duas acusações ridículas de perturbação da paz doméstica e da lei de sinalização, após um processo movido pela Hellenic Train. Sim, você leu certo, a Hellenic Train, responsável entre outras coisas pelo crime de Tempe, teve a audácia de nos processar. O teatro do absurdo continuou com a extensão da nossa detenção até terça-feira, quando seremos julgados.

A extensão da nossa detenção está, naturalmente, também ligada ao novo código penal — o aborto — e faz parte de uma tática mais ampla das autoridades judiciais que não levantam a detenção em uma infinidade de processos judiciais, casos de natureza contravencional.

Concluindo, apelamos ao mundo da luta, à base social, para que continue a lutar por justiça no caso do crime de Tempe.

ATÉ O FIM

Ρουβίκωνα – Rouvikonas

02/03/2025″

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Saudades da amada —
Caem flores de cerejeira
às primeiras luzes.

Kaya Shirao

[Grécia] Solidariedade aos presos durante a Greve Geral e a intervenção do Rouvikonas na Hellenic Train

O dia da maior greve geral já realizada no país foi acompanhado por uma orgia de repressão estatal. Desde o início da manhã, a conhecida tática das chamadas “prisões preventivas” começou em Atenas. Ou seja, centenas de sequestros pela polícia de pessoas que não tinham feito absolutamente nada e foram detidas por até 11 horas depois de serem trazidas.

O governo, agora definitivamente deslegitimado socialmente e em pânico total, optou por responder à raiva social com força bruta e prisões. Um total de 73 pessoas foram presas em Atenas e um menor de 14 anos em Tessalônica, que foi acusado de crimes, como foi o caso de dezenas de pessoas presas em Atenas.

25 dos presos em Atenas são membros do Rouvikonas, que no momento da manifestação interveio com faixas no teto da Hellenic Train. Depois de passar 7 horas no Tribunal como acusados, a Hellenic Train apresentou uma queixa contra eles por perturbação da paz. A empresa que é cúmplice do assassinato de 57 pessoas em Tempe teve a audácia de abrir um processo contra pessoas que estão lutando para impedir que suas responsabilidades sejam encobertas.

Mas a audácia decorre do conluio de todas as partes do sistema que assassinou as 57 pessoas e está encobrindo, inclusive o judiciário podre. Os companheiros do Rouvikonas passaram por uma autópsia no sábado, 1º de março, quando conseguiram um adiamento do julgamento para terça-feira, 4 de março. Mas, em vez de libertá-los, como é de praxe para acusações de contravenção, como perturbação da paz, o tribunal perguntou aos réus se eles eram donos de suas próprias casas (porque, aparentemente, apenas os proprietários têm direitos neste país) e, por fim, ordenou que continuassem detidos até o julgamento.

Devemos informar ao governo, às empresas e aos juízes que eles não estão mais assustando ninguém. Pelo contrário, a cada movimento que fazem, eles inflamam a raiva da sociedade, que agora vê claramente seu pânico, sua interconexão e seus métodos mafiosos. Uma interconexão que não é apenas uma questão de indivíduos, mas uma característica estrutural do sistema. A sociedade em luta irá até o fim e fará justiça de uma forma ou de outra.

SOLIDARIEDADE A TODOS OS PRESOS NA GREVE GERAL

ASSASSINOS NAS MÃOS DOS MILITANTES

Iniciativa Libertária de Tessalônica

lib_thess@hotmail.com

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agência de notícias anarquistas-ana

A serra em chuva
Sob o sol poente –
Como não agradecer?

Paulo Franchetti

8 de Março: Luta Feminista e Anarquismo de Mãos Dadas pela Liberdade

No dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a Federação Anarquista Capixaba (FACA) reafirma seu compromisso com a luta contra todas as formas de opressão e exploração que atingem as mulheres, especialmente aquelas que também enfrentam o racismo, a LGBTQfobia, a precarização do trabalho e a violência institucional.

O patriarcado, sustentado pelo Estado e pelo capitalismo, é uma ferramenta central de dominação que subordina as mulheres, invisibiliza suas contribuições e reprime suas vozes. Por isso, entendemos que a emancipação feminista só será plena quando estiver conectada à luta anticapitalista e antiautoritária, construindo um mundo baseado na igualdade, na solidariedade e no respeito mútuo.

Neste dia, não recordamos ou celebramos conquistas superficiais ou discursos vazios promovidos por governos e corporações que continuam lucrando com a desigualdade. Celebramos, sim, a resistência histórica das mulheres que, desde os primórdios da organização anarquista, têm sido protagonistas nas lutas por justiça social. Reconhecemos o papel fundamental das mulheres trabalhadoras, camponesas, indígenas, negras e periféricas que, mesmo sob múltiplas camadas de opressão, seguem erguendo barricadas contra o sistema. A FACA convoca todas as mulheres exploradas e oprimidas a se somarem à construção de espaços autônomos, horizontais e combativos, onde possamos nos organizar sem hierarquias nem tutelas.

A luta das mulheres é parte essencial da luta anarquista, pois sabemos que a transformação social só será possível com a participação ativa de todas as pessoas em sua diversidade. Contra o patriarcado, o capitalismo e o Estado autoritário, reivindicamos um futuro onde ninguém seja dominado ou explorado!

Este 8 de março é mais um chamado à união e à ação direta: juntas, vamos construir as bases para uma sociedade livre, igualitária e verdadeiramente humana. Prostitutas, trabalhadoras domésticas, mães solo, estudantes, operárias – todas são fundamentais nessa jornada.

Organizemo-nas! A revolução será feminista ou não será.

Federação Anarquista Capixaba – FACA

federacaocapixaba.noblogs.org

agência de notícias anarquistas-ana

Vermelho céu manchado
Sombras em seus lugares
Lua aparece.

Chang Yi Wei

[Grécia] Libertação imediata de todas as pessoas presas nas ações de greve de 28 de fevereiro

A magnífica manifestação de 28 de fevereiro foi uma continuação da manifestação de 26 de janeiro. Na sexta-feira, 28 de fevereiro, dois anos após o crime em Tempe, centenas de milhares de pessoas participaram de manifestações de greve em toda a Grécia. A maior greve e as maiores manifestações das últimas décadas. Nessas mobilizações, um mosaico de resistência se espalhou por todas as cidades, enviando a mensagem de que o crime nos trens não será esquecido, que a arrogância do poder não ficará impune.

Centenas de milhares de manifestantes encheram as ruas, cada um à sua maneira, enviando uma mensagem de resistência ao regime… dos ensurdecedores momentos de silêncio em memória dos mortos ao slogan “assassinos” que vibrava no ar, das lágrimas nos olhos do gás lacrimogêneo às barricadas, e dos incêndios aos confrontos com as forças repressivas, a mensagem era de que “não há paz sem justiça”. Apesar dos ataques assassinos das forças policiais com gás lacrimogêneo, cassetetes, prisões e contra o terrorismo e a difamação da mídia, as mulheres manifestantes permaneceram nas ruas por horas, tentando repetidamente se aproximar da Praça Sintagma.

O regime, por meio da repressão das manifestações e em combinação com a difamação da mídia, tentou e continua tentando aterrorizar a sociedade na tentativa de conter a onda de indignação e raiva contra ele. Para isso, ele efetuou dezenas de prisões antes e durante as manifestações.

Seu maior terror são nossas lutas coletivas… é na rua que nascem as consciências.

Nos trens, nas fronteiras e nos hospitais, o Estado e o capital cometem assassinatos.

Contra a pobreza, a opressão, a exploração, a submissão e a morte, organização popular e luta de classes.

Manifestações, greves, confrontos, ocupações…

Libertação imediata de todos os presos nas ações de greve de 28 de fevereiro.

Assembleia aberta dos moradores de Petralona-Thiseio-Koukaki

Todos os domingos, às 18h, na ocupação da antiga PIKPA, Timodimou e Antoniadou, Ano Petralona

Blog: askpthk.espivblogs.net

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agência de notícias anarquistas-ana

Chuva de verão—
Às margens do grande rio
apenas duas casas

Yosa Buson

[Grécia] Reunião em Evelpidon para as pessoas presas nos dias 28/02, 4-5-6 de março, às 9 horas

Em 28/02, vivenciamos uma das maiores manifestações de greve das últimas décadas, convocada contra o assassinato e o acobertamento do caso Tempe. Apesar da violência incessante (o que é comum nessas situações) que o Estado usou, muitas pessoas tentaram permanecer nas ruas reagindo. Os tumultos se espalharam pela periferia do centro, enquanto, paralelamente, até a noite, as pessoas tentavam se reagrupar em Sintagma após cada ataque dos policiais. Essa situação nos dá ainda mais esperança para o futuro e é uma luz brilhante na história do nosso movimento. Acreditamos que é importante que a solidariedade que uma parte das pessoas demonstrou nas ruas se torne um muro de proteção e solidariedade para aqueles que estão sendo processados e para possíveis processos no futuro. É por isso que estamos convocando reuniões para todos os três dias, 4, 5 e 6 de março, em que as pessoas estão sendo levadas ao Tribunal.

FORÇA E SOLIDARIEDADE A TODAS AS PESSOAS PRESAS

NINGUÉM ESTÁ SOZINHO NAS MÃOS DO ESTADO

Centro Social Ocupado Zizania

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agência de notícias anarquistas-ana

A serra em chuva
Sob o sol poente –
Como não agradecer?

Paulo Franchetti