
Pelo 5º ano consecutivo, nos convocamos para uma jornada de comemoração e agitação por um 8 de março Anarquista, anticarcerário e antiespecista nas imediações da prisão de San Miguel, começando por esclarecer que essa convocatória não está vinculada a nenhuma agenda institucional.
Como coletivos e individualidades afins, vemos este dia como a oportunidade de tensionar os discursos hegemônicos e efetivar nossa confrontação contra toda autoridade. Para nós, o 8 de março é mais um dia de protesto em nossas vidas de resistência e ofensiva, e nenhum organismo que valide a existência dos estados vai definir ou reduzir nossa agenda revolucionária nem nossas ações cotidianas contra o poder, ao qual jamais exigiremos soluções ou fórmulas para nossa libertação.
A luta contra o patriarcado, dizemos, é a luta contra todos os poderes e formas de opressão, vai além de uma confrontação contra o machismo e o sexismo.
Nos posicionamos a partir de uma trincheira interseccional, atacando as estruturas que nos mantêm empobrecidxs materialmente, racializadxs, perseguidxs e castigadxs pelo Estado, sempre irmandadxs com seres de outras espécies.
“O amor é tarefa de todos os dias (Luisa Toledo). A confrontação também (nós)“. Fazemos um chamado antagônico para agitar em memória das mulheres brutalmente assassinadas em 1857 e de todas as mulheres e identidades de gênero contra-hegemônicas que morreram lutando contra os sistemas opressores.
Queremos nos reunir na rua para fazer barulho, nutrir a desobediência, afiar as cumplicidades e reafirmar as ideias para seguir levando uma práxis anárquica durante todos os dias do ano.
Porque nossa memória é negra.
CONFRONTAÇÃO DIRETA AO PODER
ATÉ DESTRUIR TODAS AS JAULAS
Fonte: https://lazarzamora.cl/8-de-marzo-anarquista/
Tradução > Liberto
agência de notícias anarquistas-ana
Nas bodas de prata
retornando à terra natal –
flor de laranjeira!
Teruko Oda














No dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, a Federação Anarquista Capixaba (FACA) reafirma seu compromisso com a luta contra todas as formas de opressão e exploração que atingem as mulheres, especialmente aquelas que também enfrentam o racismo, a LGBTQfobia, a precarização do trabalho e a violência institucional.
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!