Manifestantes jogaram tinta vermelha na fachada do consulado francês em Genebra, na noite da última quinta-feira (20 de novembro). Os ativistas também picharam a expressão “Para Rémi” e a sigla “ACAB” (todos os policiais são bastardos), como forma de protesto pela morte, em 26 de outubro, de um ecologista que participava de uma manifestação contra a construção de uma represa no sul da França.
Rémi Fraisse, ecologista de 21 anos e estudante de botânica, foi morto na explosão de uma “granada ofensiva” lançada pelas forças da ordem francesas durante uma manifestação no local onde está prevista a construção da represa de Sivens, em Tarn. Trata-se da primeira vítima mortal registrada desde 1986 como consequência da repressão policial contra uma manifestação na França.
Notícia relacionada:
agência de notícias anarquistas-ana
café da tarde—
na mangueira em flor
farra de pardais
Nete Brito

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!