O diretor de uma empresa de informática, que é especializada em serviços de consultoria para organizações e corporações governamentais anunciou ontem, terça-feira, 30 de junho, que a empresa Agilis pagaria apenas os trabalhadores que participaram na manifestação realizada ontem em Atenas a favor da permanência da Grécia na zona do euro e da União Europeia. Dito sujeito, que também foi candidato do partido direitista Nova Democracia, também anunciou que anotaria faltas na concentração, chantageando e ameaçando diretamente aos trabalhadores da empresa.
Poucos dias atrás, o governo declarou um referendo sobre a aceitação ou rejeição do último pacote de medidas que o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a União Europeia querem impor ao povo grego. As manifestações pró-governo, assim como a favor da permanência da Grécia na zona do euro e da União Europeia “custe o que custar”, haviam começado vários dias antes do anúncio do referendo.
Estas últimas são convocadas oficialmente por particulares, e são apoiadas por vários partidos neoliberais da Oposição e, claro, pela alta burguesia, a patronal e o Capital nacional e transnacional. E, também, estão excessivamente promovidas por quase todos os meios de massa de desinformação. No entanto, nas duas concentrações-funerais que foram realizadas até agora a afluência de pessoas tem sido decepcionante para os organizadores e patrocinadores. Agora apelam para o terrorismo direto e indireto. O caso de Agilis é apenas um exemplo de terrorismo que estão sofrendo diariamente os escravos assalariados e, em geral, os súditos desta província da União Europeia.
O texto em castelhano:
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