O enterro do PS começou calmo, próximo ao castelo de Nantes. Mas ao longo do cortejo, no bairro do Bouffay, vitrines foram quebradas e muros pichados.
Reunidos, sábado (27/08) à tarde, diante de um caixão, perto do espelho d’água em Nantes, numa encenação fúnebre, 200 pessoas enterraram o PS, “vítima de uma hemorragia que o fez perder 50.000 militantes”. Simulando lágrimas, a assembleia refez a história do socialismo na França: “Sua existência é uma sucessão de reviravoltas”.
Vidraças quebradas, muros pichados…
Um cortejo dirigiu-se para Le Bouffay, pouco antes das 22h. Vidraças das Galerias Laffayette foram quebradas, mensagens escritas nos muros e em guichês de bancos.
Às 22h30, a polícia interveio e dispersou os manifestantes.
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!