O enterro do PS começou calmo, próximo ao castelo de Nantes. Mas ao longo do cortejo, no bairro do Bouffay, vitrines foram quebradas e muros pichados.
Reunidos, sábado (27/08) à tarde, diante de um caixão, perto do espelho d’água em Nantes, numa encenação fúnebre, 200 pessoas enterraram o PS, “vítima de uma hemorragia que o fez perder 50.000 militantes”. Simulando lágrimas, a assembleia refez a história do socialismo na França: “Sua existência é uma sucessão de reviravoltas”.
Vidraças quebradas, muros pichados…
Um cortejo dirigiu-se para Le Bouffay, pouco antes das 22h. Vidraças das Galerias Laffayette foram quebradas, mensagens escritas nos muros e em guichês de bancos.
Às 22h30, a polícia interveio e dispersou os manifestantes.
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Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!