“18 de julho de 1936: o jovem governo espanhol dos republicanos, originado na aliança dos partidos de esquerda, é deposto pelas tropas do general Franco, mergulhando o país em três anos de guerra civil e quase quarenta anos de ditadura repressiva.
Para Isabel, corajosa costureira, será o início de uma vida nova, feita de luta e de resistência. Próxima do sindicato anarquista CNT, ao qual ela se juntou alguns meses antes, ela terá que fugir ao lado de seu futuro marido, Jaime, um dos líderes de sua célula local.
Após As guerras silenciosas, no interior das quais Jaime Martin se debruçava sobre a juventude de seu pai, no coração da descolonização espanhola, é agora à juventude de seus avós que ele dedica esse denso romance gráfico.
Contado a partir do olhar de Isabel e Jaime, ‘Nunca terei vinte anos’ é um mergulho na guerra da Espanha com a sensibilidade e a eficácia gráfica inerentes ao trabalho do talentoso autor ibérico.”
– “Um delicado e doloroso romance gráfico” (Renaud Février – L’Obs)
Editions Dupuis, 120 páginas coloridas, 24 euros.
Tradução > Ana Rosa Rosa
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No meu céu de sol.
Claudia Chermikoski

Perfeito....
Anônimo, não só isso. Acredito que serve também para aqueles que usam os movimentos sociais no ES para capturar almas…
Esse texto é uma paulada nos ongueiros de plantão!
não...
Força aos compas da UAF! Com certeza vou apoiar. e convido aos demais compa tbm a fortalecer!