Ontem (21/03), no final da tarde, um grupo de anarquistas realizou uma concentração na principal praça da cidade de Cracóvia para exigir a libertação imediata dos anarquistas e outros ativistas presos em Minsk no dia 15 de março, durante a onda de protestos na Bielorrússia contra a “lei anti-parasitas”, que prevê um novo imposto sobre as pessoas que não cumpram os 183 dias de trabalho anual.
Os participantes do ato, que contou com uma animada batucada, expuseram faixas, cartazes e distribuíram panfletos explicando os protestos da população na Bielorrússia e a repressão existente naquele país, comandado pelo presidente Lukashenko, apontado como o último ditador da Europa. Gritos contra o Estado e a polícia também foram ouvidos na praça. Não houve registros de incidentes com a polícia.
“Hoje estamos aqui, porque respeitamos e amamos essas pessoas e odiamos a máquina repressiva do Estado bielorrusso”, disse um dos manifestantes no megafone.
Algumas faixas diziam: “Liberdade para os presos”, “Polícia e Lukashenko – parasitas”, “Solidariedade com os detidos em Minsk”, “Stop a lei anti-parasitas”, “Os muros vão cair”.
Nos últimos dias, manifestações semelhantes aconteceram em outras cidades da Europa, como Londres, no Reino Unido, e Kiev, na Ucrânia, em frente às embaixadas da Bielorrússia.
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Manu Hawk




Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!