Outro ano mais o sindicato da CNT de Toledo percorre as ruas do centro da Cidade junto a outros sindicatos. Por volta do meio dia, o sindicato da CNT desde o parque da Vega se integrava à manifestação unitária se dissociando das centrais CCOO e UGT.
Os manifestantes do sindicato anarquista gritavam palavras de ordem por um sindicalismo não subvencionado e nas imediações da Praça de Zocodover, abarrotada de turistas de todas as partes, evocavam com cantos aos presentes “nativa ou estrangeira a mesma classe trabalhadora”.
Em um ambiente reivindicativo continuaram o percurso pela rua do Comércio até concluir a manifestação na conhecida Praça da Catedral com um comício final. O sindicato tinha organizado outras atividades e uma comida fraternal para os participantes.
Carlos Martín – texto | foto
agência de notícias anarquistas-ana
grama nos trilhos
composições mudas
sem estribilhos
Carlos Seabra

Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!