
Participantes: SAC, CNT-f, USI, IP, SO e CGT.
Depois de mais de 10 anos de experiência em comum, a Coordenadora Rojinegra, reunida em Madrid, renovou seu propósito de ser uma ferramenta ativa para coordenar as lutas sociais auto-organizadas no trabalho e na vizinhança em defesa de:
– Educação pública e de qualidade que não reproduza as desigualdades sociais ou econômicas atuais, porque outro mundo mais justo é possível.
– A saúde universal, pública e de qualidade.
– A imigração, pela liberdade de movimento e solidariedade, contra as fronteiras do capitalismo. Não mais mortes nem centros de detenção. O capitalismo é responsável de que as pessoas fujam do imperialismo e da injusta guerra econômica.
– A igualdade laboral e social, a luta antipatriarcal deve ser transversal em todas as nossas ações.
– Por um sistema justo de pensões que sustente uma vida digna para todas as pessoas.
– Do meio ambiente, comprometidas contra a guerra que o capitalismo declarou à natureza.
Nos declaramos também contra:
– A violência sexista que cada ano destrói a vida, física, psicológica e a integridade moral de milhares de mulheres. Não mais assassinatos por violência machista.
– Em luta ativa contra a repressão, especialmente contra as novas fórmulas legislativas que tentam nos amordaçar, sancionar as mobilizações sociais e encarcerar as vozes que protestam contra o capitalismo.
– Contra a precariedade laboral, defendemos condições de vida dignas e justas para todas as pessoas.
– Devemos responder ao ascenso do fascismo, do nacionalismo e da xenofobia que se apresenta como uma nova alternativa à crise política e moral, quando todas e todos nós sofremos sua violência para impor seu pensamento único.
Estamos a favor de todas as mobilizações que se desenvolvem sob estes princípios e declaramos nosso apoio aos setores onde se desenvolvem as mobilizações para que possam reunir-se e pôr todos os seus esforços em comum.
Nos comprometemos na mobilização de 8 de março (8M) contra o patriarcado e o 1° de maio.
Reunião da Coordenadora Rojinegra
Madrid, 16 e 17 de fevereiro de 2019
Tradução > Sol de Abril
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Kyorai
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!