
A manifestação antifascista de 1º de maio em Copenhague foi marcada pela repressão das forças de segurança aos diversos grupos presentes na mobilização. A polícia atacou em várias ocasiões a passeata composta por adultos e crianças.
O protesto, organizado por grupos antifascistas e anarquistas, deveria ter ido da Praça da Palestina para Fælledparken. No entanto, os organizadores da manifestação sentiram-se obrigados a dissolver o ato na metade da passeata. A decisão veio depois que a polícia, fortemente equipada, capturou mais de 500 manifestantes na ponte da Rainha Louise.
A polícia exigiu que todos na manifestação fossem revistados e registrados com uma foto. Uma enorme variedade de policiais e homens à paisana cercou e dividiu a passeata ao meio. Segundo os manifestantes, “a manobra foi certamente planejada com antecedência, e a maioria dos policiais não carregava seus números de identificação estatutários”.
Várias tentativas de negociar com a polícia para a passeata avançar, fracassaram, e os organizadores decidiram então dissolver a manifestação e instaram as pessoas a irem para um parque comum em grupos menores. No entanto, a polícia estava determinada a registrar todos os presentes e bloqueou a ponte da Rainha Louise em ambas as direções. Os manifestantes foram forçados a passar por uma estreita abertura, onde centenas de manifestantes foram revistados e registrados.
Um grande grupo de manifestantes foi cercado e caçado no parque comum. Várias detenções se seguiram e somente quando o grupo chegou à entrada das áreas verdes a polícia se dissolveu. Na sequência, os detidos foram liberados.
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https://konfront.dk/politiet-amok-paa-fredelig-1-maj-demonstration/
agência de notícias anarquistas-ana
velho caminho
sol estende seu tapete de luz
passos de passarinho
Alonso Alvarez
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!