Entre a estigmatização, o Estado de exceção permanente e a ditadura normalizada e disfarçada de farsa democrática, o pensamento indomável persiste em seu chamado para buscar encontros.
A perspectiva anárquica respira em meio ao colapso civilizacional. Eles nos devem uma vida e não esperaremos até que a processem em reformas burocráticas.
Desta vez, a Feira quer rugir contra as vitrines do progresso, que impõe sua lógica de dominação à natureza, aos animais e a outros seres vivos; implementando a devastação generalizada.
Ante o Estado e o capital, todos são convidados e convidadas a construir a anarquia por vir.
agência de notícias anarquistas-ana
Fumaças vermelhas
da tempestade de pó
devoram o sol.
H. Masuda Goga
parabens
Parabéns pela análise e coerência.
Olá Fernando Vaz, tudo bem com você? Aqui é o Marcolino Jeremias, um dos organizadores da Biblioteca Carlo Aldegheri, no…
Boa tarde, meu nome é Fernando Vaz, moro na cidade de Praia Grande. Há mais de 4 anos descobri que…
Avante!