
Na noite de 29 de janeiro de 2020, ativistas deram um visual verde ao posto de gasolina da Shell (veja a foto) no bairro Sportlaan, em Haia. Com esta ação de “lavagem verde”, querem chamar a atenção às óbvias tentativas da Shell de limpar a sua reputação como uma das empresas mais poluentes e desastrosas do mundo, com as chamadas alternativas verdes aos combustíveis fósseis. Enquanto isso, a maior parte do seu lucro ainda vem dos combustíveis fósseis, causando consequências irreparáveis ao ecossistema.
As tentativas da Shell de se apresentar como progressista e sustentável é, particularmente, perigoso, quando suas ações dizem exatamente o contrário.
Eles injetam milhões em lobbies para negar a mudança climática e, se ela existe, revertendo a responsabilidade dela para mim e você.
Eles matam e deslocam indígenas, enquanto chamam isso de inclusão.
Se esquivam milhões em taxas e ganham subsídio estatal. Cada vez mais, se apresentam como parte “indispensável” da sociedade, mas nós dizemos NÃO. Nem os animais, nem as pessoas, nem a natureza podem continuar a viver com as consequências dos negócios da Shell.
Basta!
Fonte: https://www.indymedia.nl/node/47323
Tradução > A Alquimista
agência de notícias anarquistas-ana
Ruídos nas ramas.
Trêmulo, meu coração detem-se
e chora na noite…
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O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…