
Em meio à crise da saúde, a população continua a tomar às ruas e esquinas porque a vida está impossível e a situação é insustentável. As contradições já são visíveis e inegáveis: a fome, o medo, a repressão, a desigualdade não mostram mais uma máscara e foram reveladas. Ao fim, como no dia a dia que historicamente o capitalismo nos oferece, não deixando mais destino para os pobres que a vida ou a morte. Resumidamente, continuaremos impávidos vendo como eles nos matam de fome ou de doença?
Que o medo não nos paralise e que o lamento não nos infecte. São tempos de luta e solidariedade. Devemos continuar levantando panelas comuns [cozinhas sociais] e pontos de encontro, mas devemos politizar essas instâncias com propaganda para que elas não caiam na mera “caridade popular”, devemos agitar, trabalhar e traçar os caminhos e as propostas para construir organização e preparação para deixar o terreno das explosões e passar de uma vez por todas ao da insurreição popular, a única solução para conquistar a dignidade desejada que ansiamos e merecemos.
Que as ruas continuem pipocando até que tudo exploda e vamos de uma vez por todas em busca não de migalhas, mas em busca de tudo para todos e todas, mas sem nossos carrascos, pois não há vida enquanto existirem.
MORRER LUTANDO, DE FOME NEM CAGANDO!
Grupo de Propaganda Revolucionária – La Ruptura
agência de notícias anarquistas-ana
no mesmo banco
dois velhos silenciam
no parque deserto
Carol Lebel
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!