
O racismo é inerente à polícia e continua ultrapassando fronteiras. Em Minneapolis (EUA) com George Floyd, aqui no $hile com a repressão brutal ao povo Mapuche, com o crime covarde de Joanne Florvill, com o maltrato e discriminação contra a juventude da periferia, com os desaparecimentos de jovens como Jose Huenante, com os “suicídios” nas delegacias. É simples, se você é escurinho e pobre é um alvo para a polícia. E isso muitos de nós vivemos desde criança.
O racismo e a polícia são uma pandemia que segue mais viva do que nunca, combatê-la até extirpá-la é nosso dever.
NENHUMA AGRESSÃO SEM RESPOSTA.
Grupo de Propaganda Revolucionária – La Ruptura
agência de notícias anarquistas-ana
Encontro fugaz.
Neblina abraça o velho
lampião de gás.
Rogério Viana
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!