
Como anarcofeministas somos contra todos os tipos de agressão racista e estamos atentas àquelas que foram realizadas no território em que habitamos para repudiá-las e apoiar xs afetadxs. O que aconteceu na noite de ontem (02/08), é mais do mesmo que vem acontecendo há quinhentos anos, o povo mapuche sofre diariamente perseguições, maltratos e assassinatos por parte do Estado e daqueles ′′cidadãos chilenos′′ racistas e fascistas que se esqueceram de suas verdadeiras raízes. Nós não esquecemos e jamais esqueceremos a violência que sofreram os mapuche, as crianças feridas nas comunidades, nem todxs xs mortxs e xs presxs políticxs mapuche que agora estão em greve de fome.
Chamamos para apoiar as comunidades mapuche para que eles continuem lutando pela total autonomia.
Liberdade e resistência ao povo mapuche!!!
Nem amas nem escravas.
Anarcofeministas sempre!!
Ni Amas Ni Esclavas
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Yeda Prates Bernis
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!