
Companheires, queremos fazer chegar um convite, tanto a editoras, a espaços, como a pessoas afins, para participar da feira do livro “anárquico/anarquista” que será nos dias 4 e 5 de dezembro na praça “China Cuellar”, cidade de Buenos Aires, Argentina.
Queremos compartilhar materiais críticos, dividir experiências, perspectivas de diferentes realidades, aprofundar as muitas formas de lutas; e aqui é onde queremos enfatizar.
Propomos a luta multiforme pela anarquia, partindo de um lugar crítico, de conflito e de tensão constante sobre nossos espaços e sobre os territórios em que habitamos.
Somos conscientes que estamos atravessades por nosso meio e contexto. Atravessades pela destruição da natureza, atravessades pelos negócios extrativistas, tanto privados como estatais. Mas este é o nosso presente de luta.
E assim como o nosso presente, também possuímos experiências anteriores, vivências narradas e contadas através de relatos e escritos; um passado de luta. E é neste passado onde levantamos a memória combativa, a memória da qual se cumprem 20 anos das revoltas de 19 e 20 de dezembro; memória da qual recordamos de nossxs companheirxs assassinadxs e presxs; memória pela qual temos nítidos nossos objetivos e quem nos impede de cumpri-los.
Como espaço, como encontro, como debate e como feira, buscamos expandir a anarquia e é por isso que desejamos a presença de vocês, para que nesta edição da feira do livro anarquista, as ideias que descansam nos livros alimentem nossas redes e se traduzam em nossas ações!
Esperamos sua proposta no e-mail: feriadellibroabsas@riseup.net
Tradução > Caninana
agência de notícias anarquistas-ana
Borboleta!
O que sonhas, assim,
mexendo suas asas?
Chiyo-ni
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!