
Este sistema precisa esconder as consequências desastrosas de seu progresso através do controle, perseguição e violência institucionalizada, silenciando as vozes daqueles que se atrevem a enfrentá-lo.
As prisões estão transbordando de pessoas deslocadas e rebeldes, mas nem os assassinados nem os desaparecidos lhes interessam, pois o jogo de poder continua a dominar.
Não somos nem inocentes nem culpados.
Nossa liberdade é construída em cada gesto de solidariedade e de confronto contra o que nos oprime.
Nós não seremos os filhos bastardos da memória do povo.
Assumimos nossa responsabilidade como parte da continuidade da luta pela libertação total.
Nem mais, nem menos. Nós somos anarquistas.
Eles têm balas, leis, bens e mercadorias.
Temos pedras, fogo, vontade e dignidade insurrecional.
Buenos Aires, março de 2022.
Tradução > Liberto
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agência de notícias anarquistas-ana
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Buson
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!