
Acontece em 24 e 25 de setembro, no Fernwood Community Centre, Victoria, BC, Lekwungen Territory.
Temos o prazer de anunciar mais uma edição da anual Feira do Livro Anarquista de Victoria, localizada no território dos Lekwungen, que é originalmente deles, em Victoria, na Colúmbia Britânica (Canadá). A Feira do Livro é para anarquistas e não anarquistas, com participantes de toda a América do Norte e além. A Feira do Livro sempre inclui oficinas sobre uma ampla gama de assuntos. Nós procuramos desafiar atitudes coloniais, introduzir o anarquismo para o público, fomentar diálogo entre várias tradições políticas e criar espaços radicais, inclusivos e anti-opressivos.
Participantes com diferentes visões, práticas e tradições são bem-vindos. A programação inclui mesas de livros e informações, oficinas, leituras, filmes, apresentações, e muito mais!
O coletivo da Feira do Livro Anarquista de Victoria apoia a luta de indígenas ao longo da América do Norte para afirmar sua autonomia cultural e soberania territorial. Victoria está localizada nos tradicionais territórios sobrepostos dos povos Songhees e Esquimalt, que tem resistido a tomada de suas terras e repetidas tentativas de obliterar sua cultura através de múltiplas forças colonizadoras. A resiliência e força dessas e outras comunidades, que fazem conexões ancestrais nessa região em face da injustiça, nos desafiam a apoiá-los e a todos os indígenas na contínua luta contra o colonialismo, o
capitalismo e o genocídio cultural.
>> Mais infos: http://victoriaanarchistbookfair.ca/
agência de notícias anarquistas-ana
durmo sob uma oliveira
com o musgo
por travesseiro
Rogério Martins
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!