
“Os anarquistas têm muito a aprender com as lutas indígenas pela descolonização. Uma coleção instigante“, Lesley J. Wood, professora da Universidade de York, Toronto
“Afirmando vigorosamente a pluralidade do anarquismo, os autores apresentam um caso poderoso para a reconfiguração da luta anticolonial“, Ruth Kinna, Professora, Universidade de Loughborough
Já no final do século XIX, anarquistas como Peter Kropotkin e Élisée Reclus se interessaram pelos povos indígenas, muitos dos quais eram vistos como sociedades sem Estado ou propriedade privada, vivendo uma forma de comunismo. Pensadores como David Graeber e John Holloway deram continuidade a essa tradição de engajamento com as práticas das sociedades indígenas, enquanto os ativistas indígenas cunharam o termo “anarco-indigenismo”, em referência a uma longa história de colaboração (muitas vezes imperfeita) entre anarquistas e ativistas indígenas, sobre direitos à terra e questões ambientais, incluindo campanhas recentes de alto nível contra oleodutos.
Anarcho-Indigenism é um diálogo entre o anarquismo e a política indígena. Em entrevistas, os colaboradores revelam o que o pensamento e as tradições indígenas e o anarquismo têm em comum, sem negar as cicatrizes deixadas pelo colonialismo. Em última análise, eles oferecem uma visão do mundo que combina anticolonialismo, feminismo, ecologia, anticapitalismo e antiestatismo.
Francis Dupuis-Déri é professor de Ciência Política e membro do Institut de Recherches et d’études Féministes da Université du Québec à Montréal. É autor de vários livros, como Who’s Afraid of the Black Blocs?
Benjamin Pillet é tradutor e organizador comunitário, com doutorado em Pensamento Político pela Université du Québec à Montréal.
Anarcho-Indigenism: Conversations on Land and Freedom (Conversas sobre Terra e Liberdade)
Editora: Pluto
Formato: Livro
Encadernação: pb
Páginas: 160
Lançado: 20 de setembro de 2023
ISBN-13: 9780745349220
£14.99
www.plutobooks.com
Tradução > Contrafatual
agência de notícias anarquistas-ana
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!