
Desde a central anarcossindicalista se faz um chamado a “parar tudo este 30 de novembro”.
“Compartilhamos as exigências do movimento feminista e nossa militância apoiará a mobilização”, assinalam desde a CNT.
A filiação da organização sindical mostrou seu apoio unânime à greve feminista de 30 de novembro. Desde a primeira greve de 2018, “mostramos nosso apoio legalizando a greve geral de 24 horas”, assinalam desde o sindicato, e “agora cabe seguir apoiando ativamente as reivindicações do movimento feminista”. Ademais, a CNT sublinhou que o protagonismo das mobilizações o deve levar “o próprio movimento feminista”, considerando os sindicatos uma ferramenta indispensável de apoio nas mesmas. “Cremos que o foco da greve, que vai mais além da paralização de pessoas assalariadas, é um acerto”, assinalam desde a central anarcossindicalista.
No entanto, desde a CNT se sublinha que o fundamento do conceito de greve é o de parar todo tipo de produção e/ou atividade, “um dos objetivos da convocatória de 30N”.
Por último, a CNT também destaca que enfrente “não só temos a patronal; também temos as instituições públicas”, responsáveis da gestão dos serviços de cuidados que, em muitas ocasiões, estão privatizados, e que, a maioria das vezes tratam as trabalhadoras e pessoas usuárias pior que a patronal mesma.
Por esta e muitas razões mais, a CNT faz um chamado a envolverem-se ativamente na preparação da greve e em “parar tudo este 30 de novembro”.
Para mais informação sobre a convocatória, se pode consultar a web:
https://denonbizitzakerdigunean.eus/
cnt.es
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
De seguir o viajante
pousou no telhado,
exausta, a lua.
Yeda Prates Bernis
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!