
R e s u m o
Apesar de escrever quase 2.000 páginas sobre política internacional, as obras do anarquista Pierre-Joseph Proudhon simplesmente não aparecem na historiografia ou no estudo da teoria contemporânea das Relações Internacionais. Defendo que tal não se justifica, ilustrando suas percepções convincentes e duradouras sobre a história e a natureza do “internacional”. Proudhon empregou uma teoria sociológica e psicológica da justiça; ele via a guerra e o conflito como motores de mudança na sociedade; e ele via a ordem como emergente da profunda anarquia da sociedade (global). O artigo fornece uma leitura contextualizada de suas obras para ilustrar sua importância histórica, e demonstra seu potencial para contribuir com a teoria de RI atual por meio de uma comparação com a Teoria Crítica contemporânea.
>> Acesse o texto na íntegra aqui:
https://revistas.ufrj.br/index.php/read/article/view/61288
agência de notícias anarquistas-ana
Toma nota, rapaz:
Hai-kai é a captura
De um momento fugaz
Lubell
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!