
Já existem muitos doutores anarquistas. Pesquisadores e pesquisadoras que passaram pelas universidades, que mergulharam nos livros, que fizeram da crítica uma ferramenta e da pesquisa um modo de resistência.
Mas e se a gente usasse tudo isso para criar outra coisa?
E se, em vez de tentar reformar o que já está apodrecido, a gente colocasse energia em fundar espaços de formação popular, com outros critérios, outras formas de ensinar e aprender?
Uma universidade sem hierarquia, sem vestibular, sem meritocracia.
Que nasça das ruas, das cozinhas, dos quintais, das vivências, não dos editais.
Que reconheça o saber de quem planta, cuida, dança, costura, resiste.
Que tenha corpo, afeto, autonomia e partilha como fundamentos.
Já tem muita gente fazendo.
Nos cursinhos livres, nas ocupações, nos territórios que ensinam sem pedir licença.
Esse texto é só um lembrete.
Podemos criar nossa própria universidade popular, autogerida, viva.
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agência de notícias anarquistas-ana
entre flores velhas
o som da abelha
treme flores novas…
Luiz Gustavo Pires
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
Noam Chomsky roots are in the Marxist Zionist "Hashomer Hatsair" youth movement. He even spent few months in an Israeli…
crítica válida e pertinente, principalmente para o momento atual.
Que a terra lhe seja leve, compa!