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A vida se muda nas ruas
quebrando a normalidade,
o cotidiano e a rotina.
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Todo espaço é público,
Palco de encontros e desencantos.
Todo tempo é outro, dentro e fora de nós.
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É na praça que se reinventa a cidade,
que se subverte a realidade,
que se nega a ordem e a autoridade.
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Ocupem permanentemente as ruas,
as margens, as encruzilhadas,
os corações e mentes da rapaziada.
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Carlos Pereira Junior
agência de notícias anarquistas-ana
Joaninha em meu braço
Vovó viu e falou
Vem sorte por aí
Francieli da Silva
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…