
De acordo com a ativista iraniana pelos direitos das mulheres, Nasim Mogharab, o Irã executou pelo menos 61 mulheres no ano passado, o maior número do mundo.
Em entrevista à Rádio Zamaneh, Nasim Mogharab denunciou a crescente repressão contra as mulheres, particularmente no Curdistão Oriental (Rojhelat). Ela revelou que menos de 10% dessas execuções são tornadas públicas; a grande maioria é realizada em segredo.
Segundo o relatório anual de 2025 da Anistia Internacional, o Irã realizou quase 80% de todas as execuções registradas em todo o mundo, o nível mais elevado desde 1981.
Prisioneiras políticas correm risco de vida
Essa violência sistemática afeta particularmente ativistas, intelectuais e manifestantes mulheres. Diversas mulheres estão atualmente sob ameaça de execução, incluindo Sharifa Mohammadi e as ativistas curdas Pakhshan Aziz e Warishe Muradi.
Bita Himati e Maryam Hudvand, presas durante protestos recentes, foram condenadas à morte. Mehbuba Shabani e Hadisa Mirwari também estão sob séria ameaça por “muhareb” (travar guerra contra Deus).
A ativista denuncia a negação sistemática do acesso a advogados independentes, a tortura (incluindo tortura sexual) durante interrogatórios e graves violações da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Fonte: https://kurdistan-au-feminin.fr/2026/06/05/liran-champion-du-monde-des-executions-de-femmes/
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agência de notícias anarquistas-ana
sopra o vento
sento em silêncio
sentir é lento
Alexandre Brito
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...