
Sábado, 21 de março · A partir das 15h00
No extremo sul do mundo, onde o vento não se curva e a memória não se apaga, as ruas de Punta Arenas voltam a pulsar ao ritmo da rebeldia. Este dia 21 de março não é uma data qualquer: é um encontro com a dignidade.
As culturas punk, ska, rap de combate e reggae unem-se numa jornada que não é apenas música — é posicionamento, é comunidade organizada, é contracultura viva. Porque quando o fascismo tenta normalizar-se, a resposta não pode ser o silêncio.
A ação direta é autogestão, é apoio mútuo, é presença no espaço público, é dizer “aqui estamos” sem pedir permissão. É criar redes onde outros semeiam o medo. É erguer palcos onde outros erguem muros.
Este festival é mais do que um cartaz; é um gesto coletivo.
É a juventude a tomar a palavra.
É a cultura popular a dizer que não há espaço para o autoritarismo nem para a exclusão.
Não basta estar contra: é preciso estar presente.
Não basta indignar-se em privado: é preciso construir em comum.
Aproxima-te. Divulga. Participa.
Porque a liberdade não se delega.
Porque a memória não se negocia.
Porque a solidariedade se pratica.
Mais informações em @amenaza.anarkopunk
Saúde, Ska e Liberdade.
#ska #punk #antifa
agência de notícias anarquistas-ana
mar não tem desenho
o vento não deixa
o tamanho…
Guimarães Rosa
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…
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