
A Anarcossindical de Cádiz junto às companheiras e companheiros da CNT-AIT de Huelva, Algeciras e Chiclana, participamos na manifestação que saía da rotatória de San Severiano e que percorreu os bairros obreiros de San Severiano, Guillén Moreno, Segunda Aguada, para finalizar no Cerro del Moro.
Foram entoados lemas reivindicando a Saúde pública e o direito à moradia, assim como em apoio aos companheiros Balber e Galván, que completam mais de três semanas içados pelo guindaste de Navantia San Fernando, reivindicando um posto de trabalho e em luta contra as listas negras.
Como sempre, recordamos neste dia de luta, a origem histórica do 1º de Maio onde companheiros anarquistas foram executados nos Estados Unidos por participar nas jornadas de luta pela conquista da jornada laboral de oito horas, após a greve iniciada em 1° de maio de 1886 e seu ponto alto três dias mais tarde, em 4 de maio, na Revolta de Haymarket.
A repressão que se desatou buscava impedir que as e os trabalhadores alcançassem suas reivindicações e, sobretudo, frear o avanço que as ideias anarquistas estavam experimentando no seio da classe obreira e de seu expoente organizativo: a Associação Internacional das e dos Trabalhadores.
Denunciamos neste dia reivindicativo, que o Fascismo e o Capital, são faces de uma mesma moeda, aos quais não vamos discutir, mas destruir, ao fazer-lhes frente, com as ferramentas de luta que dispomos os anarcossindicalistas e anarquistas da CNT-AIT.
Contra eles. Contra todos os Estados. Contra todas as guerras. Contra o fascismo e o Capital: o Anarcossindicalismo da CNT-AIT.
CNT-AIT de Cádiz
Tradução > Sol de Abril
agência de notícias anarquistas-ana
Sempre perseguido
o grilo fica tranqüilo
cantando escondido.
Luiz Bacellar
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!