
As estimativas e cálculos de anos anteriores (3.000 manifestantes) ficaram aquém. Este ano, o 1° de Maio Interseccional e Combativo (a primeira vez que ambos os blocos convergiram) deixou imagens indeléveis gravadas na memória da vibrante cena social de Madrid. Uma Ponte de San Isidro lotada demonstrou que o que se reivindicava na linha de frente da marcha não era mais mera retórica. Contra o imperialismo, unidade de classe.
Neste 2026, a CNT de Madrid participou mais uma vez ao lado da CNT da Comarcal Sur e de outros sindicatos da nossa Confederação, bem como do resto das organizações (Adela, Bloque Bollero, CGT – MCLMEX, CoBas, Espacio Común 15M, Liza Plataforma Anarquista, Movimiento Marika Madrid, Observatorio de DDHH en Salud Mental, Plataforma Sindical de la EMT, RAL, Red de Sindicatos de Barrio, Sindicato de Inquilinas, Sindicato Otras, Sindicato San-Blas-Canillejas, Solidaridad Obrera, STEM, Trans en Lucha) em um 1° de Maio que começou em Marqués de Vadillo, desceu o Paseo de Pontones e percorreu toda a Ronda de Toledo até o Parque del Casino de la Reina em Lavapiés.
agência de notícias anarquistas-ana
No verde da praça
a rã salta, salta, salta
e assusta quem passa.
Nilton Manoel
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.
Enquanto isso no Brasil...
Espaços como esse são fundamentais! Força compas. Vou contribuir!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…