Hoje (27 de abril), os companheiros e companheiras, seqüestrado/as pela montagem do “Caso Bombas” decidiram abandonar a greve de fome que levaram por 65 dias, desde 21 de fevereiro deste ano. Quanto à decisão que tomaram, esperamos que eles e elas que se pronunciem, porque nenhuma notícia nos deixará saber como se sentem, ou porque foi decidido, se não por suas próprias bocas.
No entanto, a luta para conseguir a liberdade continua, e agora temos de apoiá-los em sua recuperação após o longo jejum, não só materialmente, mas também moralmente, como tem sido até agora. Esta solidariedade não pára. Nossas forças para eles.
Que o medo não destrua a solidariedade…
Que a solidariedade destrua o confinamento.
Seqüestrados pelo Estado às ruas!
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!