Na noite da última sexta-feira (21 de junho) dezenas de pessoas participaram da “Cicletada encapuzada”, ocupando e agitando as ruas de Santiago, sob o lema “Basta de criminalizar o protesto social”.
A novidade nesta bicicletada, ao contrário de outras, é que ela rompeu com a natureza passiva com que elas estavam sendo desenvolvidas. Não houve registros de confrontos diretos com os guardiões dos ricos, mas o caos transbordou as ruas pelas quais a bicicletada transitou, com muita vitalidade dos manifestantes.
Encapuzados em bicicleta chegaram a entrar no shopping Costanera Center, símbolo do capitalismo local, aos gritos de “guerra, guerra, guerra social”. Os policiais tentaram deter alguns dos participantes, mas não tiveram êxito.
Um micro-ônibus da Transantiago quase atropelou um ciclista, que se pendurou na janela por mais da metade de um quarteirão; as pessoas que viajavam no micro forçou o motorista para parar a máquina.
Vídeo:
agência de notícias anarquistas-ana
olhando pra cima
o homem não percebe
a folha que cai.
Luciana Bortoletto




Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!