Como anarquistas, estamos em constante confronto com o Estado/Capital, em todas as suas formas, isto é evidente. Mas às vezes, especialmente quando o Poder é interrompido em toda a sua brutalidade, os olhares confundem-se, dando margem para posicionamentos ambíguos e confusos. Acredito ser preciso manter a coerência e não dar lugar a discursos e práticas vitimistas e derrotistas. Talvez agora devamos dar um passo para trás, mas sempre para avançar cinco para frente, no incitante caminho de incerteza para a libertação total.
Um forte abraço a todos os presos anarquistas aprisionados nas celas do mundo, especialmente a Juan Aliste, Marcelo Villarroel e José Miguel Sánchez, com quem tive a oportunidade de compartilhar experiências dentro da prisão.
Sem certeza do que virá mas sem hesitar contra o Poder.
Pela Anarquia…
Francisco Solar
Terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!