Hoje, domingo, 18 de setembro, “Estamos Aqui” (Wij Zijn Hier) ocupou dois edifícios, um em Burgemeester Roelstraat 70 para mulheres e outro em Rijswijkstraat 2 para homens. Ocupamos estes edifícios porque a ocupa de Vluchtgemeente, onde muitos de nós vivemos, será desalojada na segunda-feira.
Embora a cidade de Amsterdam esteja familiarizada com os nossos problemas, não somos tratados como moradores desta cidade. Agora, nos botam no olho da rua pela vigésima vez. Não temos acesso à habitação, educação, emprego e cuidados regulares de saúde. Somos refugiados/as, estamos aqui e queremos uma vida normal.
Desde que surgiu “Estamos Aqui”, há 4 anos, contamos com o apoio constante de indivíduos e organizações, e cerca de 70 refugiados/as receberam esse status a que tinham direito. Essa é a batalha na qual seguimos.
Fugimos e não tivemos outra escolha a não ser vir para cá. Estar aqui é nosso direito segundo as Convenções de Genebra, e o governo deve respeitar esses direitos. Exigimos segurança, dignidade e o reconhecimento da condição de refugiados/as para todos/as nós.
Holandês: https://www.indymedia.nl/node/35687
Inglês: https://www.trespass.network/?p=466&lang=en
agência de notícias anarquistas-ana
a aurora
estende a rede de bruma
pelos vales
Rogério Martins

Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!
Esta coluna é uma ótima iniciativa. Precisamos de mais resenhas sobre os livros com temática anarquista que estão sendo lançados…