Indomáveis, insubmissas, rebeldes, mães, operárias, camponesas, sindicalistas, combatentes e guerrilheiras, as libertárias espanholas, desde finais do século XIX e ao longo do século XX, não pararam de afirmar seu desejo de emancipação social em seu próprio nome.
Se a história lembra sobretudo o papel determinante do grupo “Mulheres Livres” no momento da guerra civil e na revolução de 1936-1939, esta obra destaca a pluralidade das formas de lutas e de relatos dessas militantes que testemunham uma verdadeira especificidade do compromisso das mulheres anarquistas espanholas.
Contra a invisibilidade de um combate marcado pela experiência das lutas, das guerras e do exílio, trata-se aqui, por meio das trajetórias de Francisca Saperas, Ana Delso, Antònia Fontanillas Borràs, As Solidárias, Mulheres Livres e muitas outras, de reconstruir uma memória coletiva no feminino, sublinhando o caráter transgeracional do anarquismo espanhol no seio do qual as mulheres tiveram um papel sem precedentes.
Obra coordenada por Hélène Finet.
Textos de David Doillon, Susana Arbizu, Maëlle Maugendre, Guillermo Goutte, Ana Armenta-Lamant Deu, Cristina Escrivá Moscardó, Rafael Maestre Marín, Dolors Marín e Joel Delhom.
18,00€
nada-editions.fr
Tradução > Guerau K. Blissett
agência de notícias anarquistas-ana
Canário-da-terra
Assobio encantador
Lembra meu vovô.
Amanda Lenart – 13 anos

A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!