Uma tentativa de coordenar as práticas de recuperação de comida jogada no lixo por comércios e redes de comida rápida, e recolhidas em feiras, para botá-las em comum e gerar encontros cotidianos de distribuição de alimentos à margem da mercadoria. Todas as segundas-feiras às 20h na praça da rua de San Sebastían, Santander.
Isto é o que um grupo de pessoas pretende iniciar nas ruas de Santander. Organizar grupos de reciclagem de comida e partilhá-la nas ruas, sem que exista troca monetária. Satisfazer as necessidades básicas de alimento, mais ou menos afastados do consumismo e da lógica capitalista, é uma das motivações que dão lugar a este projeto, que não pretende ficar no espetáculo de uns dias, mas sim ir avançando, devagar, para ir construindo uma rotina semanal que possibilite dar a conhecer outras formas de habitar o espaço e de tomar as ruas.
Outro dos objetivos é demonstrar que é possível conseguir alimentos longe da lógica da caridade e da beneficência, longe do assistencialismo e da política paternalista, assim como visibilizar o que deveria ser sempre o obvio, que a comida é de todos e se pode conseguir mais facilmente entre todos, sem que importe a nacionalidade, a etnia, as contas correntes, as documentações em ordem.
Fonte: http://www.briega.org/es/noticias/nace-red-alimentos-recuperados-santander
Tradução > Rosa e Canela
agência de notícias anarquistas-ana
Manhã de inverno
A borboleta se esquenta
No raio de sol.
Guilherme Lucas da Silva – 11 anos

A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!