Diante das operações policiais contra espaços libertários, denunciamos a busca por estigmatização midiática e social para a construção do anarquismo como um novo inimigo público. Condenamos a caça às bruxas, a ação repressiva e a perseguição política, a fim de criminalizar o protesto social e apenas desviar a atenção do saque que se leva adiante.
Esses fatos marcam uma continuidade no surgimento da militarização, o estabelecimento do medo e o aprisionamento de combatentes sociais como políticas de Estado. Neste caso, parte dos preparativos para blindagem e “segurança” na reunião do G20 que será realizada em Buenos Aires, onde o governo quer mostrar aos saqueadores do capital global a sua capacidade de controlar um povo cada vez mais empobrecido e oprimido pela suas políticas.
Uma caracterização de terroristas ou infiltrados imposta a migrantes e muçulmanos, agora se soma o anarquismo. Eles não podem neutralizar maneiras de viver e organizar-se daqueles que estão lutando contra a exploração, a propriedade privada e verticalidade hierárquica, que buscam a maior liberdade através do pensamento livre, do apoio mútuo, da horizontalidade e da autogestão, os valores pelos quais lutamos nos espaços que construímos coletivamente.
A história tem demonstrado que a força libertária persiste.
Federação Libertária da Argentina – FLA
Sexta-feira, 16 de novembro de 2018
Tradução > Liberto
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Alice Ruiz

A bit older than Tomás Ibáñez... and less fluent writer not integrated in academy, I still daher to the scientific…
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!
Comunistas, Capitalistas e Anarquistas e a servidão voluntária. Mas... A hora mais escura é logo antes do amanhecer. (Provérbio árabe)
História sensacional! Desconhecia completamente essas informações.