
Já está aqui o terceiro número de “Fuenlabrada Libertaria”.
Para este número e a partir de agora contaremos com a HQ de Alberto Quintana, militante da CNT Fuenlabrada,”Casas Viejas”, uma obra auto-editada de forma autogestionada. Faremos 4 vinhetas em cada fanzine até completar a HQ inteira, por isso o grande interesse de ter o fanzine em formato papel.
Também começamos com uma nova seção de poesia, com uma pequena homenagem ao poeta anarquista Jesús Lizano e sua “conquista de la inocência”.
Mantivemos correspondência postal com Leonard Peltier, a quem mostramos nossa solidariedade, preocupação e apoio. Leonard nos respondeu e baseados nisso, organizamos uma projeção sobre seu caso e Isabel, companheira da CNT Fuenlabrada, escreveu um magnífico artigo sobre sua vida e caso repressivo.
Culminamos esta entrega com uma investigação em forma de homenagem biográfica a Juan Gayoso Pazos; familiares do miliciano desaparecido se puseram em contato com o sindicato, e após semanas de contatos com historiadores, associações de memória histórica, escritores e arquivos históricos e a informação proporcionada pela família, pudemos coletar informação suficiente para render homenagem aos que deram sua vida por um mundo novo como foi o caso de Juan. Foi um trabalho difícil mas muito gratificante.
A parte, mantemos seções como artigos de opinião, o dicionário anarcossindical…
>> Baixe a publicação aqui:
https://www.cnt.es/wp-content/uploads/2020/01/FuenlaLibertaria3.pdf
agência de notícias anarquistas-ana
Vi de uma lagarta:
faço um casulo de lã
na noite gelada.
Anibal Beça
A autoridade dos que são contra não é menos autoritária que as outras e encontra, quanto a mim, uma sólida…
Em agosto me mudarei com a família para o espírito santo. Mudança a trabalho. O lado bom é que terei…
Discordo de chamarem aos regimes políticos onde existem eleições de "democráticos". Representatividade não é democracia. E regimes representativos, são elitistas;…
O conceito de liberdade como prática cotidiana e resistência constante às cercas — seja do Estado, do capital ou das…
Esse caso do orelha me pegou demais. A barbárie é cada dia mais real. E a propósito, belo texto liberto!