
Desde o território que denominam Buenos Aires, seguimos refletindo sobre o contexto social e político dentro do circo midiático que nos impõe o Estado e o Capital, desde os balcões como tribunas, entre defensores da ordem social e justificadores seriais da repressão do Estado, por nossa parte seguimos apontando à afinidade, à critica antiautoritária com o olhar fixado na revolta e esta onda a pressão que tentam silenciar entre os meios de comunicação e os militares nas ruas.
Uma saudação a distância a todos aqueles que seguem firmes nas suas convicções, apesar do confinamento e da aparente paz social.
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agência de notícias anarquistas-ana
Num galho seco,
Um corvo pousado.
Tarde de outono.
Bashô
Que isso, anarquia mesmo? Achei interessante esse ponto sobre a revolução espanhola, mas confesso que nunca tinha parado pra pensar…
O texto ficou bem natural, dá para sentir que veio de uma experiência real. Esses detalhes pequenos acabam prendendo mais…
Viva a revolução espanhola e viva a anarquia!
bom texto!
posição lúcida. organização anarquista com marca registrada? pedindo ação do estado contra trabalhadores? opa, pera lá caceta!